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Cancelar o LinkedIn Premium: todos os caminhos verificados

6 de set. de 2026

O essencial Cancele pelo menos um dia antes da próxima data de cobrança prevista. A formulação é do próprio LinkedIn, e não dá para a converter em «24 horas» sem forçar. Deixe alguma folga. Cancelar um plano pago não corta logo o Premium. Fica com ele até ao fim do ciclo em curso — numa subscrição anual, isso significa até ao fim do ano que já pagou. Num período experimental gratuito, a regra é ao contrário. Basta confirmar e o acesso acaba nesse instante. Se comprou o Premium na App Store, o LinkedIn não o pode cancelar nem reembolsar. O cancelamento faz-se nas Definições da Apple. É este pormenor, e só ele, que explica por que razão tanta gente convencida de que cancelou continua a pagar. Todos os passos que se seguem foram confirmados nas páginas de ajuda do LinkedIn, da Apple e da Google a 6 de setembro de 2026.

Passos primeiro, explicações depois. A forma de cancelar o LinkedIn Premium depende do sítio onde a subscrição foi comprada, e não do aparelho que tem na mão. Procure o seu caso mais abaixo.

Cancelar o LinkedIn Premium no computador (cobrado pelo LinkedIn)

Onde cancelar o LinkedIn Premium consoante o sítio onde o comprou

É o sítio onde comprou que decide onde cancela, e mais nada.

Sete passos, exatamente como o LinkedIn os descreve na sua página de ajuda sobre cancelamento:

  1. Clique no ícone Eu, no topo da página inicial do LinkedIn.
  2. Escolha Funcionalidades Premium no menu.
  3. Clique em Gerir subscrição, por baixo dos detalhes do plano, à esquerda. Nalgumas contas aparece como Detalhes da subscrição. Seja qual for o nome, abre o Centro de Administração do LinkedIn.
  4. Clique em Compras, no painel da esquerda.
  5. Selecione a subscrição marcada como Ativa.
  6. Em Ações, clique em Cancelar subscrição.
  7. Clique em Confirmar cancelamento.

É no passo 3 que a maioria desiste. O botão atira-o para uma interface de administração à parte, que não se parece nada com o LinkedIn, e é fácil pensar que clicou no sítio errado. Não clicou. Siga até Compras.

Cancelar na aplicação móvel do LinkedIn

  1. Toque na sua fotografia de perfil.
  2. Toque em Funcionalidades Premium.
  3. Toque em Gerir a sua subscrição.
  4. Toque em Cancelar subscrição e siga as indicações.

Este caminho serve quando é o LinkedIn a cobrar-lhe diretamente, e serve também para as compras feitas em Android através do Google Play. Não serve para nada que tenha sido comprado na App Store.

Cancelar o LinkedIn Premium comprado através da Apple (iPhone, iPad, Mac)

O LinkedIn não podia ser mais seco: «Não é possível cancelar diretamente no LinkedIn uma subscrição do LinkedIn Premium comprada através da App Store da Apple.» Se começar o processo no LinkedIn, é encaminhado para as definições de subscrições da Apple para o terminar. O LinkedIn acrescenta que «não pode prestar qualquer apoio de faturação a compras feitas na App Store da Apple». Dúvidas de pagamento e pedidos de reembolso tratam-se, portanto, com a Apple.

Há uma segunda armadilha no iPhone. Se subscreveu pela versão móvel do site em iOS, e não pela aplicação, o LinkedIn manda-o para a versão para computador, porque «o cancelamento não está disponível na aplicação iOS». Há quem passe vinte minutos entre a aplicação e as Definições à procura de um botão que nunca chegou a existir.

O caminho que a própria Apple indica na sua página de suporte:

iPhone ou iPad

  1. Abra a aplicação Definições e toque no seu nome.
  2. Toque em Subscrições.
  3. Toque na subscrição do LinkedIn.
  4. Toque em Cancelar subscrição.

Mac

  1. Abra a aplicação App Store e clique no seu nome.
  2. Clique em Definições da conta.
  3. Clique em Subscrições.
  4. Clique na subscrição do LinkedIn e depois em Cancelar subscrição.

Num período experimental comprado através da Apple, a própria Apple pede que se cancele pelo menos 24 horas antes do fim. Vale a pena cumprir, ainda que o LinkedIn formule o prazo de outra maneira.

O cancelamento imediato numa compra feita na Apple não depende do LinkedIn. A página de ajuda do LinkedIn diz que pode pedi-lo ao apoio da Apple, mas que «qualquer pedido de cancelamento imediato fica ao critério do apoio da Apple.» Pegue nessa página com pinças — traz a indicação «Última atualização: há 2 anos» e ainda remete para uma data-limite de junho de 2020, o que faz dela a mais desatualizada de todas as que consultei.

Cancelar o LinkedIn Premium comprado no Google Play (Android)

O Android dá mais opções do que o iOS. Segundo o LinkedIn, uma subscrição do Google Play pode ser cancelada a partir do site do LinkedIn no computador, da aplicação móvel do LinkedIn, do Google Play no computador ou da aplicação móvel do Google Play. Pelo LinkedIn, os passos são os que ficaram descritos acima: sete no computador, quatro na aplicação.

Diretamente pela Google:

  1. No aparelho Android, abra as subscrições no Google Play (ou vá a play.google.com/store/account/subscriptions).
  2. Selecione a subscrição do LinkedIn.
  3. Toque em Cancelar subscrição.
  4. Siga as instruções.

Quanto ao acesso, a política da Google diz o mesmo que o LinkedIn: «Quando cancela uma subscrição, continua a poder usá-la durante o tempo que já pagou», e não paga mais nada. Já quanto a devolver o que cobrou, a Google é bem menos generosa — «As subscrições passadas não são reembolsáveis, salvo algumas exceções.»

Cancelar sem iniciar sessão (só nos Estados Unidos e na Alemanha)

Quase ninguém escreve sobre isto. Vem escondido na mesma página de ajuda do LinkedIn: «Se estiver na Alemanha ou nos Estados Unidos, algumas subscrições podem ser canceladas sem iniciar sessão.» O formulário está em linkedin.com/help/linkedin/ask/PREMIUM-CANCEL e estava a funcionar quando o abri, a 6 de setembro de 2026.

Repare na ressalva. O LinkedIn diz algumas subscrições e nunca diz quais. Se ficou sem acesso à conta, é o caminho a tentar; se consegue iniciar sessão, use o caminho no computador, que está documentado, ao contrário deste.

O que acontece depois de confirmar

Cancelar um plano pago do LinkedIn face a cancelar um período experimental gratuito

O mesmo botão corta o acesso a um plano pago mais tarde, e a um período experimental de imediato.

O acesso não para. Palavras do LinkedIn: «O seu plano permanece ativo até ao fim do ciclo de cobrança em curso. Continuará a ter acesso às funcionalidades Premium até o plano expirar.» Em pagamento mensal, são uns dias ou umas semanas. Em pagamento anual, é o resto do ano já pago, e fora das jurisdições indicadas mais à frente não há qualquer reembolso parcial.

Até lá, o cartão fica registado. O LinkedIn só deixa apagar o método de pagamento depois de o ciclo terminar: «Não conseguirá eliminá-lo enquanto tiver uma subscrição paga ativa.» A ordem é esta: cancelar primeiro, tirar o cartão depois. Nunca ao contrário.

Há uma consequência que apanha desprevenidos os assinantes de longa data. Quem está a pagar uma tarifa promocional, ou herdada de um plano que já não se vende, perde-a para sempre no momento em que cancela — «Quaisquer promoções ativas aplicadas à sua compra atual serão anuladas e não podem ser repostas.» Quem subscrever de novo mais tarde paga o preço de hoje.

O LinkedIn confirma que existem ciclos mensais, trimestrais e anuais, e que tanto pode agendar o cancelamento para a próxima data de cobrança como pedir ao apoio ao cliente um cancelamento imediato. Não encontrei escrito em lado nenhum se um cancelamento imediato devolve o dinheiro do período que não chegou a usar. Não parta do princípio de que sim.

No período experimental gratuito, a regra é a inversa

Tudo o que ficou dito acima vale para os planos pagos. Nos períodos experimentais o mecanismo inverte-se: «Se cancelar um período experimental gratuito do Premium, o período termina de imediato e o acesso ao Premium para na hora.»

Ou seja: não cancele um período experimental ao segundo dia só para deixar as coisas arrumadas. Está a deitar fora o resto dele sem ganhar nada. Cancele perto do fim, pelo menos um dia antes de passar a pago — porque passa, automaticamente, se não fizer nada.

Depois vem a regra que devia decidir se cancela o período experimental ou não, e o LinkedIn escreve-a de mais do que uma maneira. Um artigo de ajuda trata o bloqueio como temporário: «não terá direito a inscrever-se noutro período experimental gratuito durante pelo menos 12 meses.» Outro já não fala em prazo — um membro que já tenha usado um período experimental «pode não ter direito a mais nenhuma subscrição Premium gratuita, mesmo que já tenham passado mais de 12 meses desde o período experimental anterior.» As duas páginas indicam a mesma última atualização, há seis meses, portanto nenhuma delas está claramente mais desatualizada do que a outra.

Há ainda uma terceira formulação, na página comercial do Premium, e não resolve coisa nenhuma. Pus as três lado a lado no guia do período experimental. Para a decisão que tem à frente, fique-se pela leitura mais dura: parta do princípio de que o período que está a terminar é o único que este perfil vai ter.

Um número preciso existe, sim, mas é do Sales Navigator e não do Premium. Esse período experimental está reservado a membros que não tenham nenhuma subscrição paga do LinkedIn e que não tenham usado um período experimental do LinkedIn nos últimos 365 dias. O LinkedIn nunca usa essa formulação para o Premium; não a aplique por sua conta.

A duração também não está publicada. «Pode variar consoante a região ou os termos promocionais», ou seja, nenhum artigo lhe pode dizer honestamente quantos dias tem. Nas compras feitas no computador, o LinkedIn envia um email de aviso antes de o período acabar, mas nunca diz com que antecedência.

Reembolso do LinkedIn Premium: atenção às duas ressalvas

Prazos de reembolso do LinkedIn Premium, regra geral e países da UE

Sete dias que o LinkedIn «pode» cumprir, face a catorze que tem de cumprir.

É esta a frase que toda a gente cita: as subscrições Premium «podem ser reembolsáveis no prazo de sete dias a contar da data em que a subscrição foi cobrada, desde que não tenha havido utilização do Premium.»

Há ali duas expressões que fazem toda a diferença. Podem ser, e não «serão». E sem utilização do Premium, que o LinkedIn nunca define. Um único InMail, ou apenas iniciar sessão e ler um perfil — ninguém fora do LinkedIn sabe qual destes gestos anula o pedido. Quem toma os sete dias por um direito acaba zangado.

Algumas jurisdições sobrepõem-se a esse regime, com regras mais firmes:

Onde estáCompromisso do LinkedIn
Regime geralPode ser reembolsável nos 7 dias a seguir à cobrança, sem utilização do Premium
União EuropeiaReembolso total nos 14 dias seguintes ao início da subscrição
Dinamarca, Países BaixosCancelamento com um mês de pré-aviso e reembolso do período restante
AlemanhaO mesmo pré-aviso de um mês, com reembolso proporcional, exceto no primeiro ano de uma subscrição anual

Os pedidos de reembolso passam pelo formulário do centro de ajuda. Numa compra feita na Apple, é a Apple que tem o dinheiro, e o LinkedIn já disse com todas as letras que não pode ajudar. No Google Play, os períodos de subscrição já passados, regra geral, não são reembolsados.

Fora da Dinamarca, dos Países Baixos e da Alemanha, não conte com um reembolso proporcional num plano anual. Não consegui confirmar nenhum na página de reembolsos do próprio LinkedIn.

Baixar de plano em vez de cancelar

É o próprio LinkedIn que apresenta esta alternativa: «Pode baixar a sua subscrição Premium a partir do plano atual e escolher um plano que se adapte melhor às suas necessidades.» Só no computador.

Aplica-se ao Premium Business, ao Sales Navigator Core e ao Sales Navigator Advanced com uma única licença ativa. Não se aplica ao Premium Career — o LinkedIn afirma que, a partir dele, não é possível baixar de plano.

E, ao contrário do cancelamento, baixar de plano não lhe deixa tempo nenhum. «O ciclo de cobrança é reiniciado de imediato quando muda de plano», e «baixar de plano retira o acesso às funcionalidades incluídas no plano atual.» Perde o escalão superior no instante em que aplica a mudança e começa um ciclo novo ao preço novo, quando podia deixar correr até ao fim aquele que já pagou.

O caminho: Eu > Funcionalidades Premium > Detalhes da subscrição > Centro de Administração > Compras > a sua subscrição ativa > Mudar de plano > Explorar outros planos > escolha o escalão inferior > Aplicar > Baixar de plano.

O que perde quando o plano expira

O que mantém e o que perde quando o LinkedIn Premium expira

O seu saldo de InMails vai a zero, por isso gaste-o antes de confirmar.

Passa a ter uma conta Basic (gratuita) e mantém o perfil, as ligações e os seus dados. O que se perde, segundo a lista do próprio LinkedIn: os créditos InMail acumulados, que «não podem voltar a ser creditados»; as informações adicionais sobre ofertas de emprego; as informações Premium nas páginas de empresa; a lista completa de quem viu o seu perfil; o LinkedIn Learning; e a navegação ilimitada por perfis.

Sobre o InMail em concreto, já que é a pergunta que mais se faz: o saldo vai a zero no cancelamento. Não há período de tolerância e nada transita para outra subscrição. Gaste o saldo que tiver antes de o plano expirar.

Há ainda dois casos próprios de certos planos. No Premium All-in-One, os créditos de emprego e de anúncios que não tenha usado expiram com a subscrição — e note-se que o LinkedIn descreve o All-in-One como ainda em fase de testes e possivelmente indisponível onde se encontra. Numa página de empresa Premium, só o administrador que comprou a subscrição a pode cancelar, e a página perde as funcionalidades premium a não ser que outro administrador subscreva.

Cancelar o Sales Navigator: exporte primeiro as leads guardadas

Se usa o Sales Navigator, leia isto duas vezes. As regras são mais duras do que as do Premium e quase ninguém fala delas.

Cancelar o Sales Navigator apaga as mensagens, as leads guardadas e as contas guardadas, e o LinkedIn diz que «estes dados são removidos assim que cancelar». Não no fim do ciclo. No momento em que confirma. Os créditos InMail não passam para a conta pessoal e, se subscrever de novo mais tarde, «recomeça com uma conta nova», sem nada do que lá tinha.

A cobrança continua até ao fim do período pago. O acesso à sua carteira de leads, não. Exporte primeiro. Cancele depois.

O caminho: inicie sessão, clique no ícone do canto superior direito e escolha Definições e privacidade > Preferências da conta > Subscrições e pagamentos > Gerir conta Premium > Gerir subscrição > Compras > a sua subscrição > em Ações, Cancelar subscrição (ou Cancelar período experimental gratuito). As licenças compradas pela empresa passam pelo administrador, não por si. E, para encerrar de vez a conta do LinkedIn, é preciso cancelar antes a subscrição do Sales Navigator. Os preços daquilo que está a deixar para trás estão na análise dos preços do Sales Navigator.

Para que lhe servia o Premium

Quase ninguém compra o Premium pelo símbolo ao lado do nome. Paga-se para chegar a alguém que não é uma ligação, o que na prática quer dizer InMail.

Aqui fica o que esse dinheiro comprava, plano a plano — o preço de tabela, a quota mensal, o limite a partir do qual o saldo deixa de subir e, portanto, quanto custa uma mensagem:

PlanoPreço mensalInMails por mêsSaldo máximoCusto por InMail
Premium Career29,98 €5156,00 €
Premium Business52,49 €15453,50 €
Premium All-in-One66,99 €30não publicado2,23 €
Sales Navigator Core120,99 €501502,42 €

Todos os preços são de pagamento mensal, divididos pela quota mensal. O pagamento anual altera os dois termos da divisão, por isso os dois regimes nunca se misturam aqui.

Uma nota sobre a moeda, porque faz diferença. Estes são os valores que o LinkedIn publica em euros, e não conversões a partir do dólar. As duas grelhas não andam a par: a distância entre elas muda de plano para plano. Isso tem um efeito visível na última coluna. Em euros, a melhor tarifa por mensagem em pagamento mensal é a do Premium All-in-One, e não a do Sales Navigator Core. A tabela está ordenada pelo preço do plano, não pelo custo unitário.

Os créditos que não usar acumulam-se até esse limite e depois param. Só recupera um crédito se o destinatário aceitar, recusar ou responder nos 90 dias seguintes ao envio. As contas completas, pagamento anual incluído, estão na análise do custo do InMail; os preços escalão a escalão estão no guia dos preços do Premium.

Agora a parte que ninguém diz em voz alta no momento de pagar. Nenhum plano do LinkedIn, a preço nenhum, lhe dá o email ou o telefone de quem quer que seja. Os dados de contacto de um perfil estão visíveis por defeito para as ligações de 1.º grau, e é o membro que decide quem mais os vê. A definição vai desde «visível só para mim» até «qualquer pessoa no LinkedIn». A pesquisa pelo número de telefone obedece à mesma definição. Nenhuma destas definições tem em conta o que o visitante paga. Com o Premium, compra mensagens dentro do LinkedIn e mais alcance na pesquisa. É essa a troca, e não há mais nada. Os restantes limites da plataforma estão reunidos no guia dos limites do LinkedIn.

Se está a cancelar porque nunca chegou a falar com ninguém

Leia o que se segue sabendo isto: dirijo uma empresa que vende dados de contacto B2B.

Cinco mensagens por mês nunca foram o verdadeiro limite, e quinze também não. O limite é outro: o LinkedIn mostra-lhe a pessoa e guarda para si a forma de lhe chegar fora da plataforma. É essa a falha que a Enrow tapa. Dê-lhe um nome e uma empresa, ou o perfil que tem aberto no segundo ecrã, e em poucos segundos sai de lá um email profissional ou um telemóvel direto. Antes de lhe chegar às mãos, cada resultado passou por mais de 10 verificações. Cobra-se pelo resultado, não pela tentativa: nada encontrado, nada cobrado, e um endereço que chumba na verificação também nunca é cobrado. No plano Pro, a conta dá 0,0075 € por email válido. Os domínios catch-all, que a maioria das ferramentas devolve com a etiqueta «arriscado» e sem servirem para coisa nenhuma, aqui são resolvidos e entregues. O bounce medido no nosso próprio tráfego fica abaixo de 1%, e não afirmo mais do que isso: é um valor medido.

Agora a metade que não me favorece. Terminar uma subscrição Premium e abrir uma da Enrow não é uma troca equivalente. A Enrow não tem nenhuma lista de pessoas para folhear, e é de propósito. Uma lista armazenada fica desatualizada seis meses depois de ter sido montada, sem dar sinal disso, e nunca diz que linhas ficaram obsoletas. Escolher a quem vale a pena escrever continua a ser trabalho do LinkedIn, porque são as próprias pessoas que mantêm o perfil atualizado. A Enrow entra depois, quando o nome já está identificado. O envio também fica de fora: a Emelia trata das sequências como deve ser, a La Growth Machine também, e há a lemlist para quem quiser um produto mais robusto.

As duas coisas encontram-se dentro de uma extensão Chrome que funciona sobre o perfil de LinkedIn ou de Sales Navigator que já tem aberto. Com um clique, a ficha de contacto verificada vai inteira para o HubSpot, o Salesforce ou o Pipedrive. A extensão procura primeiro a pessoa: se o registo já existir, é atualizado, e não duplicado numa segunda ficha do mesmo ser humano.

E se está a cancelar só porque este trimestre o Premium não lhe faz falta, cancele à vontade. O plano continua à venda para o ano. O preço que tinha, esse não.

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FAQ

Por que razão o LinkedIn não me deixa cancelar a subscrição?

Quase sempre porque a comprou na App Store da Apple. O LinkedIn diz sem rodeios que uma subscrição dessas não pode ser cancelada no LinkedIn e encaminha-o para as definições de subscrições da Apple. Se subscreveu pela versão móvel do site em iOS, o cancelamento não está disponível de todo na aplicação iOS e tem de usar a versão do LinkedIn para computador.

Como cancelo o LinkedIn Premium num iPhone?

Abra as Definições, toque no seu nome, toque em Subscrições, toque na subscrição do LinkedIn e depois em Cancelar subscrição. Se o LinkedIn não estiver nessa lista, quem lhe cobra é o LinkedIn e não a Apple, e o cancelamento faz-se na versão do site para computador ou na aplicação, em Funcionalidades Premium.

Posso cancelar o LinkedIn Premium de imediato?

Num plano pago, não. A subscrição mantém-se até ao fim do ciclo de cobrança em curso, e as funcionalidades Premium com ela, embora o LinkedIn diga que pode contactar o apoio ao cliente a pedir um cancelamento imediato. Num período experimental gratuito, sim — e sem escapatória, porque terminar um período experimental corta o acesso na hora.

Tenho direito a reembolso se cancelar o LinkedIn Premium?

Só às vezes. O LinkedIn diz que as subscrições podem ser reembolsáveis nos sete dias a seguir à cobrança e sem utilização do Premium, e não define nenhuma das duas expressões. Os cidadãos da União Europeia têm direito a reembolso total nos 14 dias seguintes ao início da subscrição. Na Dinamarca e nos Países Baixos há um mês de pré-aviso com reembolso do período restante, tal como na Alemanha, com exceção do primeiro ano de um plano anual. As compras feitas na Apple são reembolsadas pela Apple.

Como impeço o LinkedIn de continuar a debitar o meu cartão?

Cancele pelo menos um dia antes da próxima data de cobrança prevista. Retirar o cartão primeiro não resolve: o LinkedIn só deixa eliminar um método de pagamento depois de o ciclo de cobrança terminar e bloqueia essa eliminação por completo enquanto houver uma subscrição paga ativa.

Os meus créditos InMail transitam depois de cancelar o LinkedIn Premium?

Não. O saldo cai a zero quando a subscrição é cancelada, os créditos acumulados não podem voltar a ser creditados e não passam para outra subscrição do LinkedIn. Use-os antes de o plano expirar.

Posso cancelar o LinkedIn Premium sem iniciar sessão?

Na Alemanha e nos Estados Unidos, algumas subscrições podem ser canceladas sem iniciar sessão, através do formulário do LinkedIn em linkedin.com/help/linkedin/ask/PREMIUM-CANCEL. O LinkedIn não diz quais, portanto trate este caminho como recurso para uma conta a que já não consegue aceder, e não como caminho principal.

Como cancelo o Sales Navigator?

Definições e privacidade > Preferências da conta > Subscrições e pagamentos > Gerir conta Premium > Gerir subscrição > Compras > a sua subscrição > Cancelar subscrição. Exporte as leads guardadas antes de tudo: o LinkedIn apaga as mensagens, as leads guardadas e as contas guardadas no momento em que cancela, e não no fim do ciclo de cobrança, e quem subscrever de novo mais tarde começa com uma conta em branco.

Posso baixar de plano em vez de cancelar o LinkedIn Premium?

No Premium Business, no Sales Navigator Core e no Sales Navigator Advanced com uma licença única, sim, e só na versão do site para computador. A partir do Premium Career, não é possível de todo. Atenção: o ciclo de cobrança é reiniciado no instante em que muda, e as funcionalidades do escalão superior desaparecem de imediato.

Perco o meu preço com desconto se cancelar o LinkedIn Premium?

Perde, e para sempre. O LinkedIn afirma que cancelar uma promoção ou um plano que já não é vendido anula o preço com desconto e que não é possível recuperá-lo. Se voltar a subscrever, paga a tarifa em vigor.

Consigo outro período experimental gratuito do LinkedIn Premium depois de cancelar?

O mais provável é que não. Um artigo de ajuda do LinkedIn diz que cancelar um período experimental gratuito do Premium o deixa sem direito a outro durante pelo menos 12 meses. Um segundo diz que um membro que já tenha usado um período experimental pode não ter direito a mais nenhuma subscrição Premium gratuita, nem mesmo passados mais de 12 meses. O LinkedIn nunca conciliou os dois, e as duas páginas foram atualizadas na mesma altura. A versão dos 365 dias que muita gente cita, e a condição de «não ter nenhuma subscrição paga em curso» que a acompanha, são regra do Sales Navigator, e o LinkedIn nunca as indica para o Premium.

Como verifiquei isto

Cada passo e cada citação desta página foram lidos diretamente nas páginas de ajuda, tal como estavam publicadas a 6 de setembro de 2026, e nunca copiados do artigo de outra pessoa. Fontes consultadas: o artigo do LinkedIn sobre cancelamento e a FAQ de cancelamento, que é uma página à parte, a FAQ da subscrição Premium, os artigos da App Store e do Google Play, a política de reembolso, o artigo sobre baixar de plano, a página dos créditos InMail, duas páginas de cancelamento do Sales Navigator, dois artigos sobre elegibilidade para período experimental, os artigos da página de empresa e do All-in-One, e a documentação da própria Apple e da própria Google. Todos os URL estão na nota editorial desta página. As citações do LinkedIn, da Apple e da Google são traduções minhas a partir do original inglês.

O LinkedIn data as suas páginas de ajuda de forma relativa, sem indicar a data exata. A mais recente do conjunto diz «há 1 semana». A mais antiga, sobre cancelamentos imediatos na Apple, diz «há 2 anos». Onde a formulação do LinkedIn é ambígua, esta página reproduz a ambiguidade e não a resolve em nome dele. Os valores de custo por InMail são uma divisão entre dois dados publicados — o preço mensal e a quota mensal — feita sobre a grelha que o LinkedIn publica em euros. Não são números do LinkedIn.

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