O essencial Os contactos do LinkedIn exportam-se de graça, em seis cliques: ícone Eu → Definições e privacidade → Privacidade dos dados → Obter uma cópia dos seus dados → Descarregar um arquivo de dados maior → Pedir arquivo. O LinkedIn manda-lhe por email o link de descarregamento. As Ligações ficam no grupo das 48 horas, e o link expira ao fim de 72. No ficheiro vêm o nome próprio e o apelido, o URL do perfil público, a empresa, o cargo e a data da ligação. A coluna do email é condicional. Diz a página de ajuda do próprio LinkedIn: «Só verá os endereços de email das ligações que tenham autorizado as ligações delas a ver ou a descarregar o respetivo endereço de email.» O Sales Navigator dá menos. O LinkedIn afirma por escrito que não existe exportação de leads para CSV nem para XLS, em plano nenhum e a preço nenhum. A única saída oficial de dados do Sales Navigator é a sincronização com o CRM, exclusiva do Advanced Plus, que não tem preço publicado. Fica com nomes e empresas, mas sem forma de contactar quem quer que seja da lista. É dessa lacuna que trata a segunda metade da página.
Exportar os contactos do LinkedIn leva uns seis cliques. Quem pesquisa como fazê-lo já conta encontrar uma porta fechada algures. E há uma, só que não está onde se espera. A exportação em si funciona: é gratuita, oficial, bem documentada, e chega à caixa de entrada em menos de dois dias.
A porta fechada aparece quando abre o ficheiro. Desce até à coluna do email e grande parte dela está vazia, sem lógica aparente e sem uma única mensagem de erro que o explique. Esse comportamento está documentado. É intencional. E é a coisa mais útil a saber antes de montar uma campanha em torno deste ficheiro.
Tudo o que se segue foi consultado no centro de ajuda do LinkedIn a 10 de setembro de 2026, com o URL e a menção «última atualização» do próprio LinkedIn ao lado de cada afirmação. Quase nenhuma das páginas bem posicionadas para esta pesquisa tem data, e as duas páginas de exportação do LinkedIn nem sequer estão de acordo entre si.
Um aviso, logo à partida. Dirijo a Enrow, que encontra e verifica os endereços que esta exportação não lhe dá. É um conflito de interesses, e é por isso que a metade da página dedicada ao LinkedIn é feita de citações que pode conferir por si. O meu produto aparece numa secção identificada perto do fim e numa frase a meio da página, onde a questão do scraping torna a menção inevitável.
Exportar contactos do LinkedIn: o caminho exato

Seis cliques documentados pelo próprio LinkedIn, e um quarto passo a que as suas duas páginas de ajuda oficiais dão nomes diferentes.
Retirado da página «Exportar ligações do LinkedIn», que traz a menção «Última atualização: há 1 ano»:
- Clique no ícone Eu, no topo da página inicial do LinkedIn.
- Escolha Definições e privacidade no menu que se abre.
- Clique em Privacidade dos dados, na coluna da esquerda.
- Em Como o LinkedIn usa os seus dados, clique em Obter uma cópia dos seus dados.
- Selecione Descarregar um arquivo de dados maior, incluindo ligações, verificações, contactos, histórico da conta e informações que inferimos sobre si a partir do seu perfil e da sua atividade.
- Selecione Pedir arquivo.
- O LinkedIn avisa: «Receberá um email no seu endereço de email principal com um link onde poderá descarregar os seus dados.»
Há um atalho, publicado pelo próprio LinkedIn na sua segunda página de ajuda: linkedin.com/psettings/data-privacy/.
Um pormenor que lhe poupa cinco minutos de procura. A outra página de exportação do LinkedIn, «Descarregar os seus dados», descreve o mesmo percurso com outro botão: o item Privacidade dos dados na barra da esquerda e, depois, o botão Descarregar os seus dados. As duas páginas estão online, as duas são oficiais, e não dizem o mesmo. Clique no rótulo que a sua conta mostrar.
O que vem no ficheiro das ligações
O LinkedIn descreve a lista de campos em texto corrido, nunca como cabeçalhos de coluna. Aqui fica essa lista, citada, com a minha avaliação do que cada campo vale na prática.
| Campo (nas palavras do LinkedIn) | Serve para prospetar? | Nota |
|---|---|---|
| Nome próprio e apelido | Sim | Vem sempre |
| URL do perfil público | Sim | Vem sempre |
| Endereço de email | Condicional | Só aparece «para as ligações que tenham autorizado as ligações delas a ver ou a descarregar o respetivo endereço de email» |
| Empresa | Sim | Tal como estava no perfil no momento da exportação |
| Cargo | Sim | Tal como estava no perfil no momento da exportação |
| Data da ligação | Marginal | Serve para ordenar, não para contactar ninguém |
| Número de telefone | Ausente | Não existe na categoria Ligações |
Lista de campos citada da entrada «Connections» em linkedin.com/help/linkedin/answer/a1339364, consultada a 10 de setembro de 2026. A ressalva do email vem de answer/a566336. As citações são traduções minhas do inglês.
Duas notas, porque aqui a precisão importa mais do que o tom confiante.
Os cabeçalhos exatos das colunas não estão documentados em sítio oficial nenhum. Há artigos que lhe garantem que o ficheiro abre com First Name, Last Name, URL, Email Address, Company, Position, Connected On, o que bate certo com as minhas próprias exportações, só que o LinkedIn publica os campos numa frase e nunca como cabeçalhos. O mesmo vale para as linhas de preâmbulo que várias pessoas dizem aparecer por cima da verdadeira linha de cabeçalho. Trate isso como folclore até abrir o seu próprio ficheiro.
A linha do telefone não é um esquecimento. Existe uma categoria Números de telefone, mas o que ela guarda são os seus números. Nos dados das Ligações, não há campo de telefone para mais ninguém.
A coluna do email é condicional, e o LinkedIn di-lo por escrito
É aqui que o plano vai por água abaixo.
«Ao exportar os dados das suas ligações, pode reparar que faltam alguns endereços de email. Só verá os endereços de email das ligações que tenham autorizado as ligações delas a ver ou a descarregar o respetivo endereço de email.» — Ajuda do LinkedIn, «Exportar ligações do LinkedIn», answer/a566336, consultada a 10 de setembro de 2026. No original inglês: «You will only see email addresses for connections who have allowed their connections to see or download their email address.»
Leia duas vezes. O que retém o endereço não é uma restrição de plano nem uma quota. É uma definição da outra pessoa. E não há nada que possa comprar que mude isso.
A definição tem nome. Chama-se Visibilidade do email, e a página que o LinkedIn lhe dedica foi atualizada muito mais recentemente do que as páginas da exportação: «Última atualização: há 3 semanas». Encontra-a assim: ícone Eu → Definições e privacidade → Visibilidade → em Visibilidade do seu perfil e da sua rede, clique em Alterar ao lado de Quem pode ver ou descarregar o seu endereço de email.
A formulação do interruptor não deixa margem para dúvidas:
«Mude o interruptor para Sim para permitir que as suas ligações descarreguem o seu endereço de email principal nas exportações de dados das ligações delas.» — Ajuda do LinkedIn, «Visibilidade do email», consultada a 10 de setembro de 2026
A mesma página afirma que, «por defeito, o endereço de email principal registado no LinkedIn só é visível para as ligações diretas». Cada membro escolhe entre quatro opções: só ele, ligações de 1.º grau, de 1.º e 2.º grau, ou qualquer pessoa no LinkedIn.
E aqui está a descoberta que mais trabalho deu a confirmar em toda esta página. O LinkedIn não publica nenhum valor por defeito para o interruptor do descarregamento. A visibilidade tem um valor por defeito documentado. O interruptor que decide se o seu endereço vai parar ao CSV de outra pessoa não tem. Todos os artigos que lhe garantem que ele vem «desligado de origem» estão a afirmar uma coisa que o LinkedIn nunca disse. Não vou tentar adivinhá-lo, nem pôr uma percentagem na parte da coluna que lhe chega preenchida: não existe nenhum número credível para isso. O LinkedIn diz «alguns». Eu digo o mesmo.
Contactos e Ligações são categorias diferentes, e a dos Contactos traz telefones
Esta é a única parte do arquivo que se comporta como as pessoas esperam que o arquivo inteiro se comporte.
O arquivo divide a sua rede em duas. Ligações é a rede de 1.º grau, com a coluna de email condicional de que falámos acima. Contactos é outra coisa, e o LinkedIn descreve-a como «contactos importados para o LinkedIn, incluindo nome, números de telefone e endereços de email».
São contactos carregados por si, vindos da agenda do telemóvel ou de uma conta de correio sincronizada. Os dados eram seus, por isso o LinkedIn devolve-os com os números de telefone incluídos. Quem alguma vez fez essa sincronização de contactos tem ali, provavelmente, o ficheiro mais útil de todo o arquivo. E não há uma única página sobre exportações do LinkedIn que o mencione.
Quanto tempo demora a exportação (o LinkedIn contradiz-se na mesma página)

A mesma página de ajuda, duas respostas: 24 horas no texto, 48 no título que agrupa as Ligações e os Contactos. Depois, o link expira ao fim de 72 horas.
| O que o LinkedIn diz | Onde o diz | Aplica-se a |
|---|---|---|
| «Se selecionar um tipo específico de dados, enviamos-lhe um email dentro de minutos.» | Texto corrido, answer/a1339364 | Os pedidos de um único tipo de dados |
| «Disponível em 10 minutos» | Título de categoria, answer/a1339364 | O grupo rápido, com Perfil, Cargos, Números de telefone e Convites |
| «Se selecionar o descarregamento maior, receberá um email dentro de 24 horas.» | Texto corrido, answer/a1339364 | O arquivo completo |
| «Disponível em 48 horas» | Título de categoria, answer/a1339364 | 31 categorias, entre as quais as Ligações, os Contactos, as Mensagens e as Pesquisas |
| «Os dados ficam disponíveis para descarregamento durante 72 horas.» | Texto corrido, answer/a1339364 | O link de descarregamento |
Consultado a 10 de setembro de 2026 e traduzido do inglês. A promessa das 24 horas e o título das 48 horas estão na mesma página, a umas centenas de pixels um do outro.
Conte com 48 horas, não com 24. E o atalho óbvio, pedir só a categoria Ligações para receber o ficheiro «dentro de minutos», é precisamente onde a página se contradiz, porque as Ligações estão sob o título das 48 horas. Não consigo resolver a contradição a partir de fora; limito-me a assinalá-la. É a diferença entre a lista que prometeu para amanhã de manhã e a lista que consegue entregar.
Não deixe passar a janela das 72 horas. Se ela expirar, tem de pedir tudo outra vez.
Exportar leads do Sales Navigator: a resposta do LinkedIn é não

Nenhum plano lhe entrega um ficheiro, pague o que pagar. A sincronização CRM só existe no plano a que o LinkedIn não põe preço.
Se paga 120,99 € ou 148,21 € por mês, é natural supor que pode exportar para um ficheiro a lista de leads que montou. Não pode.
«De momento, o LinkedIn não oferece a opção de exportar informações de contas e de leads do Sales Navigator para um ficheiro CSV ou XLS.» — Ajuda do LinkedIn, «Exportar informações de contas e de leads do Sales Navigator» («Última atualização: há 1 ano»), consultada a 10 de setembro de 2026
A mesma página oferece uma alternativa, mas reserva-a logo a um único plano: «No entanto, há soluções alternativas disponíveis para quem esteja a usar o plano Sales Navigator Advanced Plus.» É a sincronização com o CRM, que envia leads e contas para o seu CRM e mantém os dois lados sincronizados. Um ficheiro que possa guardar, isso não lhe dá.
Uma segunda página oficial fecha a questão numa frase: «A integração entre o Sales Navigator e o seu CRM só está disponível para os utilizadores do Sales Navigator Advanced Plus.» A sincronização cobre o HubSpot, o Microsoft Dynamics, o Oracle Sales e o Salesforce; o Pega, o SAP e o SugarCRM ficam-se pelos Embedded Profiles, e o Freshworks pelas Embedded Experiences.
| Plano | Mensal | Anual | Exportação CSV / XLS de leads | Sincronização com o CRM |
|---|---|---|---|---|
| Core | 120,99 € | 1 088,88 € (90,74 €/mês equiv.) | Não | Não |
| Advanced | 148,21 € | 1 693,88 € (141,16 €/mês equiv.) | Não | Não |
| Advanced Plus | Sob orçamento | Sob orçamento | Não | Sim — HubSpot, Microsoft Dynamics, Oracle Sales, Salesforce |
Preços consultados em business.linkedin.com/sell/sales-navigator/compare-plans a 28 de agosto de 2026, na grelha em euros que o LinkedIn publica para a zona euro; não são conversões do dólar (análise completa em preços do Sales Navigator). As colunas da exportação e da sincronização vêm de answer/a102031 e de answer/a106005, consultadas a 10 de setembro de 2026.
Repare no que esta tabela diz sobre o dinheiro. A única saída oficial de dados do Sales Navigator está reservada ao único plano cujo preço o LinkedIn não publica, e nenhum escalão com preço anunciado produz um CSV.
Uma ressalva, já que datar as fontes é o objetivo desta página: a página que diz não existir exportação traz, ela própria, a menção «Última atualização: há 1 ano». Cito a documentação do LinkedIn e não afirmo nada sobre uma interface de que não lhe posso mostrar uma captura de ecrã.
Os limites com que esbarra antes sequer de chegar à exportação
| Limite | Valor | Formulação oficial |
|---|---|---|
| Resultados de leads por pesquisa | 2 500 em 100 páginas | «Pode ver até 2 500 resultados de leads em 100 páginas…» |
| Resultados de contas por pesquisa | 1 000 em 40 páginas | «…ou 1 000 resultados de contas em 40 páginas» |
| Leads por lista guardada | 1 000 | «Pode guardar até 1 000 leads em cada lista…» |
| Total de leads guardados | 10 000 | «…e 10 000 leads no total.» |
| Gravação em bloco a partir da pesquisa | 25 de cada vez | «Com este passo, pode guardar 25 leads de cada vez.» |
Tudo consultado a 10 de setembro de 2026 e traduzido do inglês.
Faça as contas da última linha antes de sacrificar uma terça-feira inteira a isto. Montar uma lista de 1 000 leads a partir da pesquisa exige 40 gravações em bloco, uma a uma.
Quem administra uma página de empresa tem uma exportação própria, e a pergunta que se repete é se ela inclui contactos. Não inclui. A página «Exportar o relatório de estatísticas da sua Página do LinkedIn» («Última atualização: há 1 ano») descreve um ficheiro XLS com as secções Conteúdo, Visitantes, Seguidores e Concorrentes. São, portanto, estatísticas. Sobre nomes ou endereços de seguidores concretos, a página não diz nem sim nem não, e não serei eu a responder por ela.
O que penso, sem rodeios, das duas exportações
Faça a exportação das ligações. Uma vez. São seis cliques, dois dias de espera, zero euros, e fica com uma fotografia datada da sua própria rede num disco que é seu. No dia em que o LinkedIn lhe restringir a conta, esse ficheiro será a única cópia que tem.
Não monte uma campanha de prospeção em cima dele.
Os nomes e as empresas são reais, e envelhecem à velocidade a que as pessoas mudam de emprego. Os endereços são uma lotaria que depende das definições de privacidade dos outros, e os que lhe saem são endereços pessoais principais, ou seja, a caixa errada para uma abordagem profissional. O Gmail que alguém abriu em 2016 não é um canal B2B.
Com o Sales Navigator, o cenário é mais duro. Paga até 1 693,88 € por ano, a preços publicados, por um motor de busca cujos resultados não pode levar consigo, e cada pesquisa fica-se pelos 2 500 resultados de leads. Para lhe dizer com quem falar, é excelente. Para o deixar sair com a lista debaixo do braço, nunca foi pensado. É uma opção deliberada de conceção, não uma funcionalidade em falta.
As extensões que dominam esta pesquisa, e a cláusula com que esbarram
Pesquise «export sales navigator leads» e quase toda a primeira página de resultados é feita de ferramentas de scraping. Não vou fingir que não funcionam. Cito antes o documento que se lhes aplica, que é curto e é precisamente o que as páginas de venda delas omitem.
O Contrato de Utilizador do LinkedIn, em vigor desde 3 de novembro de 2025, inclui na lista do que é proibido:
«Desenvolver, apoiar ou utilizar software, dispositivos, scripts, robôs ou quaisquer outros meios ou processos (tais como crawlers, plugins e extensões de browser ou qualquer outra tecnologia) para fazer scraping ou copiar os Serviços, incluindo perfis e outros dados dos Serviços»
E logo a seguir: «Utilizar bots ou outros métodos automatizados não autorizados para aceder aos Serviços, adicionar ou descarregar contactos, enviar ou redirecionar mensagens…»
É esta a posição escrita e datada do LinkedIn sobre as extensões de browser que copiam perfis. O que fizer a partir daqui é uma decisão sobre a sua própria conta, não sobre a legalidade em abstrato. Tome-a com a cláusula diante dos olhos.
Para que fique dito: a Enrow não faz scraping ao LinkedIn. Pegamos num nome e numa empresa e procuramos o email profissional diretamente na infraestrutura de correio ativa. É por isso que a nossa extensão lê um perfil que já tem aberto, e não anda a recolher listas às escondidas.
O que o LinkedIn lhe dá, e a única coisa que guarda para si
Dê um passo atrás e olhe para o que a exportação lhe deixa nas mãos.
Nome, empresa, cargo, URL do perfil. É esta a parte difícil da prospeção, e não há no mundo melhor fonte do que o LinkedIn para a resolver, porque são as próprias pessoas que mantêm as fichas em dia. O que lhe falta é um endereço para as contactar e, quando o tem, é um endereço pessoal que alguém autorizou a partilhar em 2019.
Essa lacuna é a razão de ser do meu produto, por isso leia o que se segue tendo isso em conta. A Enrow pega nas duas colunas que a exportação lhe dá de facto e encontra o email profissional, verificado em tempo real junto da infraestrutura de correio ativa e não a partir de uma lista armazenada. Cada endereço passa por mais de 10 verificações antes de lhe chegar às mãos, e a taxa de bounce observada fica abaixo de 1%: uma média que meço, não uma garantia que vendo. Os domínios catch-all são resolvidos e entregues, em vez de serem rotulados como «arriscados» e postos de lado. Uma consulta demora uns segundos.
Um email custa um crédito, e só paga os contactos verificados. As linhas sem resultado não custam nada.
| Plano | Créditos / mês | Preço / mês | Custo por email válido | O que consome uma exportação de 1 000 linhas |
|---|---|---|---|---|
| Gratuito | 50 (recorrentes, sem cartão) | 0 € | — | 50 linhas para testar de graça, todos os meses |
| Start | 1 000 | 15 € | 0,015 € | uns 600 créditos, à volta de 9 € do plano |
| Start | 4 000 | 42 € | 0,0105 € | uns 600 créditos, à volta de 6,30 € do plano |
| Pro | 10 000 | 75 € | 0,0075 € | uns 600 créditos, à volta de 4,50 € do plano |
| Scale | 50 000 | 360 € | 0,0072 € | — |
| Scale | 200 000 | 1 250 € | 0,0063 € | — |
No Pro e no Scale, o pagamento anual corresponde ao valor mensal ×0,90, o que põe o escalão mais alto a cerca de 0,0056 € por email. *Leia a última coluna como valor em créditos e não como a sua fatura: o que paga é a mensalidade do plano, e aqueles 600 créditos consomem a parte indicada. Os 600 pressupõem a taxa de cobertura de cerca de 60% que a Enrow observa nos seus ficheiros, uma média e não uma promessa. As 400 linhas que saem vazias não são cobradas. Os valores da Enrow estão em euros, tal como a empresa os publica; a coluna do custo por email é calculada a partir deles.
Enriquecer uma exportação de ligações com 1 000 linhas consome uns 4,50 € dos créditos de um plano Pro. É este o custo de transformar um ficheiro de nomes num ficheiro que pode usar para enviar emails.
Para perfis avulsos há um caminho mais curto. A nossa extensão Chrome funciona sobre um perfil do LinkedIn ou do Sales Navigator e envia a ficha de contacto verificada completa (todos os campos, e não só o endereço) para o HubSpot, o Salesforce ou o Pipedrive, com um clique. Cria a ficha ou atualiza a existente, nunca a duplica: aquela pessoa que importou de um CSV de ligações há seis meses fica com o telemóvel que faltava e o cargo atual escritos na ficha que já lá estava. Quem já carregou duas vezes a mesma exportação do LinkedIn sabe o que é ficar com tudo em duplicado, e quanto tempo leva a limpar o resultado. Sem CSV pelo meio, sem copiar e colar, sem fichas incompletas que promete a si mesmo terminar depois. Funciona perfil a perfil, e prefiro dizê-lo com todas as letras a dar a entender que processa uma lista de leads inteira. Para fazer o mesmo num processo repetível existe uma API, e há um servidor MCP oficial (github.com/EnrowAPI/enrow-mcp) para quem prefira usá-lo a partir do Claude ou do Cursor.
Agora os limites, que são o que dá credibilidade a esta página toda. A Enrow não tem base de dados para consultar, e não vai ter: uma base armazenada só é atualizada a cada três a nove meses, e acaba-se a escrever a pessoas que saíram da empresa há dois trimestres. A pesquisa em tempo real é mais difícil de explicar, mas é mais exata, e é por isso que o sourcing fica onde deve ficar: no LinkedIn e no Sales Navigator. Sequências também não, nem as vamos construir: para isso há a Emelia, a La Growth Machine ou o lemlist. Dados sobre as tecnologias que as empresas usam, também não. O escalão Start não tem pagamento anual nem créditos que transitem para o mês seguinte, por isso, com volumes irregulares, o ponto de entrada sensato é o Pro, não a linha mais barata da tabela.
Mais sobre os planos referidos nesta página: preços do LinkedIn · preços do Sales Navigator · preços do LinkedIn Premium · preços do Recruiter · preços do Premium Career · preços da Página de Empresa · e as nove formas de obter um endereço a partir de um perfil, em email finder do LinkedIn.
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Ligado em minutos.
Data verificada em segundos.
Perguntas frequentes
Como descarrego todos os meus contactos do LinkedIn?
Ícone Eu → Definições e privacidade → Privacidade dos dados → Obter uma cópia dos seus dados → Descarregar um arquivo de dados maior → Pedir arquivo. O LinkedIn manda o link para o seu endereço principal. As Ligações estão no grupo das 48 horas, e o link fica ativo durante 72.
Porque faltam os endereços de email na minha exportação do LinkedIn?
Porque a outra pessoa não o autorizou. A página de ajuda do LinkedIn diz que «só verá os endereços de email das ligações que tenham autorizado as ligações delas a ver ou a descarregar o respetivo endereço de email». Quem decide é a definição Visibilidade do email dessa pessoa, não o seu plano, e nenhuma subscrição muda isso.
Posso exportar as ligações do LinkedIn para Excel?
Pode. Os dados saem separados por vírgulas e abrem no Excel, no Google Sheets ou no Numbers sem qualquer conversão. O que exporta são nomes, URLs de perfil, empresas, cargos e datas de ligação, com o email presente só onde a ligação o autorizou.
Dá para exportar leads do LinkedIn Sales Navigator?
Para um ficheiro, não. A página de ajuda do LinkedIn diz que «de momento, o LinkedIn não oferece a opção de exportar informações de contas e de leads do Sales Navigator para um ficheiro CSV ou XLS». A única alternativa oficial é a sincronização com o CRM, restrita ao Advanced Plus, cujo preço o LinkedIn não publica. O Core, a 120,99 €/mês, e o Advanced, a 148,21 €/mês, não têm nem uma coisa nem outra.
Quanto tempo demora uma exportação de dados do LinkedIn?
O texto corrido do LinkedIn fala em minutos para um tipo de dados isolado e em 24 horas para o arquivo completo. Os títulos de categoria da mesma página falam em 10 minutos para o grupo rápido e em 48 horas para o grupo onde estão as Ligações e os Contactos. As duas afirmações estão na mesma página. Conte com 48 horas e descarregue o ficheiro antes de o link expirar, ao fim de 72.
A exportação do LinkedIn inclui números de telefone?
Para as suas ligações, não: essa categoria não tem nenhum campo de telefone. O arquivo inclui uma categoria Números de telefone, só que o que ela guarda são os números registados na sua própria conta. A exceção são os contactos importados: o LinkedIn descreve a categoria Contactos como incluindo «nome, números de telefone e endereços de email», porque esses dados foram carregados por si.
É legal fazer scraping de dados do LinkedIn?
A legalidade varia com a jurisdição e não me cabe a mim decidi-la. O que está documentado é o Contrato de Utilizador do LinkedIn, em vigor desde 3 de novembro de 2025, que proíbe utilizar «software, dispositivos, scripts, robôs… (tais como crawlers, plugins e extensões de browser…) para fazer scraping ou copiar os Serviços, incluindo perfis e outros dados». O que fica em risco é a sua conta no LinkedIn. A Enrow não faz scraping ao LinkedIn: encontra e verifica endereços a partir de um nome e de uma empresa.
Como exporto os seguidores de uma página de empresa do LinkedIn?
Não vai obter uma lista de seguidores. Quem administra a página pode exportar um relatório de estatísticas em ficheiro XLS, com as secções Conteúdo, Visitantes, Seguidores e Concorrentes. A página de ajuda do LinkedIn não diz se o relatório identifica seguidores concretos, por isso trate-o como um relatório agregado até abrir um ficheiro e ver com os seus próprios olhos.
Como verifiquei isto
Nenhum número e nenhuma citação desta página foram tirados do artigo de outra pessoa, o que faz diferença nestas pesquisas, em que quase nenhuma das páginas bem posicionadas tem data.
O caminho dos cliques, a lista de campos, os agrupamentos por categoria, os tempos e a janela das 72 horas vêm das páginas «Descarregar os seus dados» e «Exportar ligações do LinkedIn», consultadas a 10 de setembro de 2026, com a menção «última atualização» do próprio LinkedIn registada ao lado de cada uma. A ressalva do email está citada literalmente, porque é ao parafraseá-la que as outras páginas desta pesquisa lhe perdem o sentido. A informação sobre o interruptor que está por trás dela vem da página «Visibilidade do email». As afirmações sobre o Sales Navigator vêm de duas páginas de ajuda distintas, ambas citadas; os preços dos planos foram confirmados na página comparativa a 28 de agosto de 2026.
Onde o LinkedIn se contradiz, apresento as duas versões em vez de escolher a que dava a frase mais arrumada. Onde o LinkedIn não publica nada (o valor por defeito do interruptor, os cabeçalhos exatos do CSV), esta página di-lo e fica-se por aí.
Duas notas próprias da versão portuguesa. As citações do LinkedIn são traduções minhas a partir do inglês, e os links levam ao texto original, para poder conferir palavra a palavra; a ressalva do email, por ser a prova central da página, leva também o original inglês ao lado. Os rótulos de menus e de botões estão em português europeu, traduzidos a partir dos rótulos ingleses das páginas de ajuda. Quanto ao dinheiro: os valores do Sales Navigator são os que o LinkedIn publica em euros para a zona euro, não conversões do dólar, e os da Enrow são os preços em euros da própria empresa, com os custos unitários calculados a partir desses valores em euros.

