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LinkedIn Premium grátis em 2026: um mês, três regras

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Thomas Lucy

5 de set. de 2026

O essencial O período experimental normal do LinkedIn Premium dura um mês. O LinkedIn não imprime uma contagem de dias em parte nenhuma a que eu tenha conseguido chegar; o único ponto fixo é a regra de cobrança, que diz que o cartão «será automaticamente cobrado um mês a contar da data em que se inscreveu». O cartão é obrigatório. Se pode repetir a experiência, não tem resposta única. Três páginas oficiais do LinkedIn dizem três coisas diferentes, e uma delas afirma sem rodeios que pode nunca mais ter direito. Acesso gratuito mais longo existe, só que não sai da página de pagamento do LinkedIn: vem de parceiros. Doze meses para a comunidade militar dos Estados Unidos, três através da Adobe Creative Cloud. Premium grátis para sempre, por via legítima, é que não há.

Cerca de 8 400 pessoas por mês, entre os Estados Unidos e o Reino Unido, procuram o período experimental do LinkedIn Premium. Quase todas as páginas que correm atrás dessa pesquisa trazem o mesmo título — sete maneiras de ter o LinkedIn Premium grátis — e duas das mais bem posicionadas continuam a promover uma oferta para estudantes que fechou no início deste ano. Entretanto, as regras do próprio LinkedIn andam espalhadas por mais de uma dúzia de artigos de ajuda e contradizem-se umas às outras. Ninguém as pôs lado a lado nem o disse.

Interesse declarado. A minha empresa é a Enrow: encontramos e verificamos emails profissionais e números diretos. O LinkedIn não é coisa com que eu concorra, é coisa que pago todos os meses, e a camada que vendo fica por baixo dele. Há uma secção curta perto do fim que é o argumento de venda. Salte-a à vontade.

Iniciar o período experimental: o percurso exato de cliques

O LinkedIn publica seis passos. Quatro deles são navegação:

  1. Clique no ícone Eu, no topo da página inicial do LinkedIn.
  2. Escolha Definições e privacidade no menu que abre.
  3. Clique em Preferências da conta, no painel da esquerda.
  4. Em Subscrições e pagamentos, clique em Atualizar gratuitamente (Upgrade for Free).

Os passos cinco e seis são escolher um plano e seguir as instruções do ecrã.

Duas coisas apanham as pessoas desprevenidas. A primeira: tem de entregar um cartão, e a redação do LinkedIn não deixa margem — «Tem de introduzir um cartão de crédito válido para iniciar o período experimental.» Todo o resultado de pesquisa que promete um período experimental sem cartão está a descrever uma coisa que não existe. A segunda: converte-se sozinho. «No final do período experimental, a sua subscrição passa automaticamente a um plano pago, a menos que cancele antes de o período terminar.»

A duração é mais estranha do que parece. A página do período experimental limita-se a dizer que «a duração pode variar consoante a região ou os termos promocionais.» Número, nenhum, em lado nenhum. A única afirmação firme está no artigo sobre a renovação automática: o cartão «será automaticamente cobrado um mês a contar da data em que se inscreveu.» Qualquer página que lhe indique um número exato de dias está a deduzi-lo.

O LinkedIn responde à pergunta da elegibilidade de três maneiras diferentes

Três páginas do LinkedIn, três regras de elegibilidade para o teste gratuito

O LinkedIn nunca as pôs de acordo.

É esta a parte que põe as pessoas às voltas, e a culpa não é delas.

Página do LinkedInO que diz, ao certoO que isso implica
Centro de ajuda, «Try multiple free Premium subscriptions»«Se já está a usar, ou já usou, um período experimental gratuito do Premium, pode não ter direito a mais nenhuma subscrição Premium gratuita, ainda que tenham passado mais de 12 meses desde o período experimental anterior.»Um período experimental por perfil, possivelmente para sempre.
Centro de ajuda, «LinkedIn free Premium trial eligibility»«Se cancelar um período experimental gratuito do Premium, fica sem direito a inscrever-se noutro durante pelo menos 12 meses.»Um tempo de espera, logo o direito regressa.
premium.linkedin.com«Se já resgatou um período experimental para o seu perfil nos últimos 12 meses, ainda não terá direito a outro.»Um tempo de espera, e aquele «ainda» sugere que a porta reabre.

As três não podem ser verdadeiras ao mesmo tempo. Duas descrevem uma espera que se cumpre e passa. A primeira diz que essa espera pode não lhe render nada. Os dois artigos de ajuda trazem o carimbo do próprio LinkedIn, «Last updated: 6 months ago», portanto não é uma página velha a contradizer uma página fresca. A resposta gerada por IA do Google também se resguarda, com um «(ou nunca, consoante os termos atualizados da conta)».

Trate o seu período experimental do Premium como uma coisa que acontece uma vez, enquanto o LinkedIn não provar o contrário. A verificação de elegibilidade corre no momento do pagamento e responde num segundo.

O único sítio em que o LinkedIn se compromete

No Sales Navigator a redação não tem folga nenhuma: os períodos experimentais estão «disponíveis para membros do LinkedIn que não tenham, neste momento, nenhuma subscrição paga do LinkedIn (Premium ou Sales Navigator incluídos) e que não tenham usado um período experimental gratuito do LinkedIn nos últimos 365 dias.»

Essa regra rege o Sales Navigator, não o Premium — uma distinção que os resultados de pesquisa apagam a toda a hora. Já trabalhei o que isso implica para a ordem por que convém gastar os períodos experimentais, na página do Sales Navigator. Duração publicada, também aí, não existe.

O que é gratuito a sério, e por quanto tempo

Duração de cada teste gratuito do LinkedIn, por oferta

O teste padrão é o mais curto que o LinkedIn oferece.

Há maneiras reais de ter o LinkedIn Premium de graça, e não são as que as listas empurram. Cada pergunta sobre «seis meses grátis» que aparece nas «Outras perguntas» do Google tem resposta no índice de ajuda do próprio LinkedIn, e nenhum dos artigos posicionados o usou.

ViaO que dáAs condições
Comunidade militar dos Estados Unidos12 meses de PremiumVeterano elegível, cônjuge de militar ou de veterano, ou militar no ativo. Uma única vez, sem subscrição Premium ativa no momento do resgate, pedido através dos parceiros sem fins lucrativos autorizados pelo LinkedIn.
Adobe Creative Cloud3 meses de Premium CareerAssinante pago do Creative Cloud ou do Express Premium que nunca tenha experimentado o LinkedIn Premium. Resgata-se por links únicos na página inicial da Adobe e na página Perks do Creative Cloud. Uma subscrição Career, Business, Sales Navigator ou Recruiter Lite, atual ou recente, exclui-o.
Premium Company PageUm período experimental à parte, de duração não publicadaSuper Admin de uma Company Page gratuita já existente. Pode continuar a ter direito «ainda que já tenha experimentado o Premium antes», com um «aplicam-se outras restrições e critérios de elegibilidade» agarrado ao fim.
Dispositivos MotorolaO LinkedIn documenta uma oferta de 2 meses de Premium CareerExistem dois artigos de ajuda oficiais. Não consegui abrir os termos, e por isso a lista de aparelhos, as regiões e a data de fim ficam por confirmar.
Odido · Vivo Valoriza · Airtel · FoundersCard · LegalZoomExistem artigos de ajuda oficiais dedicadosOfertas regionais de operadoras e de parceiros. Nenhuma duração e nenhum termo no índice a que consegui chegar.

A via militar é a única forma verificada de chegar a um ano grátis: «Esta é uma oferta única de 12 meses; terminado o período promocional, a sua subscrição termina automaticamente.» Para a maior parte de quem lê isto, a mais útil é a via da Adobe, porque muita gente já paga o Creative Cloud e não faz ideia de que isto vem incluído. A página de ajuda dessa oferta traz o carimbo «Last updated: 2 weeks ago» — o mais perto de um sinal de oferta viva que aquele centro de ajuda alguma vez dá. E o período experimental da Company Page é a única segunda oportunidade documentada. Repare no verbo: o LinkedIn diz que pode continuar a ter direito.

As vantagens só começam quando começa a pagar

Metade dos blogues que lhe vendem o período experimental contam as vantagens de parceiros como se fizessem parte dele. Não fazem: «só terá direito a resgatar as Premium Perks e/ou as ofertas depois de o período experimental gratuito terminar e de fazer o primeiro pagamento da subscrição Premium.» Ou seja, são argumento para um mês pago e não para o mês grátis. Lá dentro estão o Headspace com quatro meses, o Notion, a NordVPN, o Duckbill e o YouTube Premium com três, o FoundersCard com um ano. A Oura e a LegalZoom dão desconto e não tempo grátis, e o Lovable dá um crédito de uma vez só. Os códigos usam-se uma vez e não se resgatam em iOS.

O que não é verdade

O período experimental sem cartão de crédito. Já ficou tratado acima. O LinkedIn exige um.

Um desconto de estudante. O LinkedIn não publica nenhum, e todos os resultados de «desconto de estudante» são agregadores de cupões. A via que chegou a existir foi o pacote Microsoft 365 anunciado em janeiro de 2026, doze meses de Premium Career para estudantes, e a janela de inscrição fechou. Não consegui confirmar a data exata numa página da Microsoft, portanto não imprimo nenhuma — mas está fechada, e há artigos bem posicionados que continuam a dizer o contrário. Essa oferta explica provavelmente a única anomalia no historial desta pesquisa: o volume americano andou nas 8 100 pesquisas por mês o ano inteiro, disparou para 12 100 em janeiro de 2026 e no mês seguinte estava outra vez onde estava. A Microsoft anunciou a 15 de janeiro. É a minha leitura da curva, não uma coisa que eu tenha medido.

As pessoas continuam a perguntar se o Amazon Prime traz algum benefício LinkedIn. Não há nada que o documente — nem do lado da Amazon, em nenhum escalão do Prime, nem do lado do LinkedIn, na lista de parceiros. É uma ausência de prova e não um desmentido de nenhuma das duas empresas, e continua a não ser coisa sobre a qual se possa agir.

O programa de recomendação. O Premium deixava recomendar contactos para um período experimental próprio. O URL de recomendação do LinkedIn dá agora 404 nas duas grafias, os excertos que sobreviveram dizem que a promoção acabou, e não reimprimo uma duração cujos termos não consigo abrir.

Depois há o truque a que todas as listas acabam por chegar: uma segunda conta, um email descartável, um cartão novo. Um perfil que deturpa quem a pessoa é viola o Contrato do Utilizador, e o LinkedIn restringe contas por causa disso. Perder a conta sai muitíssimo mais caro do que alguma vez sairão os 29,98 € de um mês. Não escrevo essa secção, e desconfio das páginas que a escrevem.

Cancelar antes de ser cobrado

Que canais de compra o avisam antes de o teste passar a pago

O sítio onde comprou o teste decide se é avisado.

O aviso existe, e é mais estreito do que se julga. O LinkedIn envia um email para o endereço principal antes de o período experimental acabar — mas só nas subscrições compradas no site em computador, e só antes da primeira cobrança, nunca das seguintes. Com que antecedência sai, isso não está publicado, portanto não faça planos com um número. Quem comprou em Android recebe um aviso equivalente da Google. E a Apple não envia rigorosamente nada para o que tenha sido comprado através do iTunes ou da App Store. Se o endereço da conta estiver a fazer bounce, ou nunca tiver sido confirmado, também não lhe chega aviso nenhum. Compre dentro da aplicação iOS e o prazo passa a ser uma nota na agenda, não uma notificação.

No computador o percurso tem sete passos, e o terceiro atira-o para um Admin Center à parte que não se parece nada com o LinkedIn — é aí que a maior parte das pessoas conclui que se enganou no clique e desiste. Todos os caminhos, incluindo o da Apple, que o LinkedIn não pode tratar em seu nome, estão escritos no guia do cancelamento.

Uma coisa aqui funciona ao contrário de todas as outras subscrições que tem: terminar um período experimental mais cedo corta o acesso na hora, ao passo que cancelar um mês pago o deixa a usar até ao fim do ciclo. Essa armadilha está escrita na página de preços do Premium Career.

E se for cobrado à mesma

Existe um prazo de reembolso que quase ninguém menciona. As subscrições Premium «podem ser reembolsáveis até 7 dias a contar da data em que a subscrição é cobrada, sem que tenha havido utilização do Premium.» Dentro da União Europeia é mais forte: «Os cidadãos da União Europeia têm direito ao reembolso total durante os 14 dias seguintes ao início da subscrição.» A Dinamarca, os Países Baixos e a Alemanha têm termos de pré-aviso próprios. Os reembolsos em iOS passam pela Apple.

É esta a verdadeira rede de segurança de quem se esqueceu de cancelar. Ande depressa — «sem que tenha havido utilização do Premium» está a fazer muito trabalho naquela frase. E o pagamento anual não tem saída antecipada nenhuma: cancela-se, e o plano continua ativo, e pago, até o ano chegar ao fim. Aos assinantes alemães o LinkedIn diz que os termos de reembolso não chegam ao primeiro ano de um plano anual.

Se vai pagar, pague menos

No Premium Career, o pagamento anual corta metade do preço, o maior desconto de todo o catálogo do LinkedIn — e em euros a conta é a mesma: 179,88 € por ano contra os 359,76 € que dão doze mensalidades de 29,98 €. Nos outros planos a mesma alavanca quase não mexe. Consoante o plano e a moeda, o desconto anual desce desses 50% para menos de 4%; na grelha em euros, o valor mais baixo são os 4,8% do Sales Navigator Advanced. O leque completo está na análise dos preços do Premium.

A opção duo conta quando há duas pessoas na mesma casa à procura de emprego. O plano de duas licenças do Career custa 269,81 € por ano contra 179,88 € por uma, ou seja, a segunda pessoa fica por 89,93 € no ano inteiro. São 7,49 € por mês, produto igual, enterrado num acordeão fechado. O artigo dos preços do Career tem as contas por pessoa.

O ciclo trimestral existe e ninguém escreve sobre ele, sobretudo porque não há nada para escrever: o LinkedIn confirma que se «pode escolher entre um ciclo de faturação mensal, trimestral ou anual» e não publica um preço trimestral em parte nenhuma. A moeda também pesa, já que o LinkedIn fixa preços mercado a mercado em vez de converter um valor em dólares — o método e o risco para a conta estão no artigo do Sales Navigator.

Depois vêm as letras pequenas, presentes em pelo menos quatro páginas de preços do LinkedIn: os valores «podem excluir o IVA, o imposto sobre bens e serviços (GST) e/ou descontos promocionais», e «podem ocorrer ligeiras variações consoante o tipo de aparelho.» O total que aparece no pagamento não vai bater certo com o preço de tabela.

A coisa gratuita que não expira

Secção curta, e está aqui por causa de uma lacuna que o Premium nunca tapa.

Nenhuma subscrição do LinkedIn lhe entrega um contacto. A razão é uma definição do próprio membro e não uma barreira de pagamento — a página do LinkedIn sobre a visibilidade do email diz que «por predefinição, o endereço de email principal que registou no LinkedIn só está visível para as suas ligações diretas no LinkedIn», e o membro ainda o pode fechar a toda a gente. Não há escalão pago que se sobreponha a essa escolha.

A minha empresa vende a camada de baixo. A Enrow resolve um email profissional ou um número direto a partir de um nome e de uma empresa, ou a partir do perfil que já tem aberto, e só cobra quando o resultado chega válido — uma falha não custa nada, um bounce não custa nada. Um clique escreve a ficha de contacto inteira no HubSpot, no Salesforce ou no Pipedrive, e atualiza o registo que já lá estiver em vez de deixar um duplicado ao lado.

O que traz isto para esta página é a comparação de grátis com grátis. Um período experimental é um empréstimo: um mês, um cartão registado, uma data de conversão marcada. O plano gratuito da Enrow são 50 créditos novos entregues no início de cada mês, sem cartão nenhum e sem nada à espera de se transformar numa cobrança. Cinquenta créditos dão cinquenta emails verificados. Um número de telefone custa 40 créditos, portanto o plano gratuito dá um número por mês e não cinquenta — mais vale ouvi-lo de mim do que descobri-lo depois.

E o que não faz: não há lista nenhuma para folhear. O nome vem de si, a pessoa resolvemo-la nós. As bases guardadas envelhecem entre atualizações, e responder no momento em que a pergunta é feita vale mais do que servir uma linha que era verdade em março. Construir a lista é para isso que serve o Sales Navigator. Enviar também não enviamos — para sequências, a Emelia, a La Growth Machine ou o lemlist.

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FAQ

O LinkedIn dá um mês de período experimental gratuito?

Dá, a quem tiver direito, embora nunca imprima uma contagem de dias. As páginas do período experimental dizem que a duração «pode variar»; o ponto fixo está na cobrança — o cartão é debitado um mês depois da inscrição.

É preciso cartão de crédito para o período experimental do LinkedIn Premium?

É. O LinkedIn di-lo sem rodeios: «Tem de introduzir um cartão de crédito válido para iniciar o período experimental.» Passa automaticamente a plano pago se não cancelar. Versão sem cartão não existe.

Como consigo outro período experimental do LinkedIn?

O Sales Navigator compromete-se com uma regra: nenhuma subscrição paga do LinkedIn e nenhum período experimental do LinkedIn nos últimos 365 dias. Para o Premium não há resposta fiável — uma página de ajuda diz que pode não ter direito «ainda que tenham passado mais de 12 meses», e duas outras descrevem uma espera de doze meses.

O LinkedIn Premium é gratuito durante 12 meses?

Para a comunidade militar dos Estados Unidos, é. Veteranos elegíveis, militares no ativo e cônjuges pedem uma subscrição de cortesia de 12 meses através dos parceiros sem fins lucrativos autorizados pelo LinkedIn. Uma única vez, e sem nenhuma subscrição Premium ativa no momento do resgate. É o único ano grátis verificado.

Como consigo 3 meses de LinkedIn Premium grátis?

Pela Adobe. Os assinantes pagos do Creative Cloud e do Express Premium que nunca tenham experimentado o LinkedIn Premium recebem três meses de Premium Career, por links únicos na página inicial da Adobe e na página Perks do Creative Cloud. Quem tenha uma subscrição Career, Business, Sales Navigator ou Recruiter Lite recente fica de fora.

Como consigo 6 meses de LinkedIn Premium grátis?

Não há nenhuma oferta de seis meses documentada no site do LinkedIn. O que existe: doze meses para a comunidade militar dos Estados Unidos, três pela Adobe, dois documentados para quem tem aparelhos Motorola, e um período experimental à parte da Company Page para Super Admins.

Posso ter o Sales Navigator de graça?

Um período experimental, se tiver direito. O LinkedIn reserva-o a membros «que não tenham, neste momento, nenhuma subscrição paga do LinkedIn (Premium ou Sales Navigator incluídos)» e «que não tenham usado um período experimental gratuito do LinkedIn nos últimos 365 dias».

O que acontece se cancelar mais cedo o período experimental do LinkedIn Premium?

Perde o acesso na hora. O LinkedIn: «Se cancelar um período experimental gratuito do Premium, o período termina imediatamente e o acesso ao Premium para logo.» Um plano pago comporta-se ao contrário — «continua ativo até ao fim do ciclo de faturação em curso». Cancele o período experimental tarde, não cedo.

Posso pedir reembolso se me esquecer de cancelar?

É possível. As subscrições Premium «podem ser reembolsáveis até 7 dias a contar da data em que a subscrição é cobrada, sem que tenha havido utilização do Premium». Os cidadãos da União Europeia têm reembolso total nos 14 dias seguintes ao início da subscrição. Os reembolsos em iOS vêm da Apple.

Existe um desconto de estudante no LinkedIn Premium?

O LinkedIn não publica nenhum. O pacote Microsoft 365 que dava aos estudantes doze meses de Premium Career foi anunciado em janeiro de 2026 e está fechado. Todos os resultados de «desconto de estudante» são agregadores de cupões.

Qual é a maneira mais barata de ter o LinkedIn Premium?

O Premium Career anual, a 179,88 €, que dá 14,99 € por mês contra os 29,98 € do preço de tabela. Se for preciso para uma segunda pessoa, o plano anual de duas licenças custa 269,81 € — 89,93 € pela segunda licença.

Como verificámos isto

Todas as citações foram lidas nas propriedades do próprio LinkedIn a 5 de setembro de 2026: o índice de ajuda do Premium e quinze dos seus artigos, o premium.linkedin.com e a página de comparação de planos do Sales Navigator. Onde o LinkedIn carimba um artigo com uma data de última atualização, foi essa data que usei — é assim que se percebe que a oferta da Adobe está viva e que a FAQ das ofertas promocionais tem dois anos de pó.

Dois pontos ficam documentados mas por ler: os termos da Motorola e as ofertas de operadoras que constam do índice de ajuda. Não consegui chegar às condições, e por isso não lhes fica agarrado número nenhum.

As citações do LinkedIn estão vertidas para português a partir do inglês; os links levam ao texto original. Os preços em euros saem de linkedin.com, com os planos Premium verificados a 28 de agosto de 2026: são os montantes que o LinkedIn cobra na zona euro, não conversões do dólar.

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