O essencial O período experimental normal do LinkedIn Premium dura um mês. O LinkedIn não indica um número de dias em nenhuma página a que eu tenha conseguido aceder; o único ponto fixo é a regra de cobrança, que diz que o cartão «será automaticamente cobrado um mês a contar da data em que se inscreveu». O cartão é obrigatório. Quanto a saber se pode repetir o período experimental, não há resposta única. Três páginas oficiais do LinkedIn dizem três coisas diferentes, e uma delas afirma sem rodeios que pode nunca mais ter direito. Acesso gratuito mais longo existe, só que não sai da página de pagamento do LinkedIn: vem de parceiros. São doze meses para a comunidade militar dos Estados Unidos e três através da Adobe Creative Cloud. Premium grátis para sempre, por via legítima, é que não há.
Cerca de 8 400 pessoas por mês, entre os Estados Unidos e o Reino Unido, procuram o período experimental do LinkedIn Premium. Quase todas as páginas que disputam essa pesquisa têm o mesmo título, do género «sete maneiras de ter o LinkedIn Premium grátis», e duas das mais bem posicionadas continuam a promover uma oferta para estudantes que fechou no início deste ano. Entretanto, as regras do próprio LinkedIn andam espalhadas por mais de uma dúzia de artigos de ajuda e contradizem-se umas às outras. Ninguém as pôs lado a lado nem assinalou a contradição.
Declaração de interesses. A minha empresa é a Enrow: encontramos e verificamos emails profissionais e números diretos. Não concorro com o LinkedIn: pago-o todos os meses, e o que vendo vem complementá-lo. Há uma secção curta perto do fim que é o argumento de venda. Salte-a à vontade.
Iniciar o período experimental: o percurso exato, clique a clique
O LinkedIn publica seis passos. Quatro deles servem só para navegar:
- Clique no ícone Eu, no topo da página inicial do LinkedIn.
- Escolha Definições e privacidade no menu que abre.
- Clique em Preferências da conta, no painel da esquerda.
- Em Subscrições e pagamentos, clique em Atualizar gratuitamente (Upgrade for Free).
Os passos cinco e seis consistem em escolher um plano e seguir as instruções no ecrã.
Duas coisas apanham as pessoas desprevenidas. A primeira é que tem de indicar um cartão, e a redação do LinkedIn não deixa margem para dúvidas: «Tem de introduzir um cartão de crédito válido para iniciar o período experimental.» Qualquer resultado de pesquisa que prometa um período experimental sem cartão está a descrever uma coisa que não existe. A segunda é que a conversão é automática. «No final do período experimental, a sua subscrição passa automaticamente a um plano pago, a menos que cancele antes de o período terminar.»
A questão da duração é mais estranha do que parece. A página do período experimental limita-se a dizer que «a duração pode variar consoante a região ou os termos promocionais.» Não há número nenhum, em lado nenhum. A única afirmação firme está no artigo sobre a renovação automática: o cartão «será automaticamente cobrado um mês a contar da data em que se inscreveu.» Qualquer página que lhe indique um número exato de dias está a deduzi-lo.
O LinkedIn responde à pergunta da elegibilidade de três maneiras diferentes

O LinkedIn nunca as pôs de acordo.
É esta a parte que põe as pessoas às voltas, e a culpa não é delas.
| Página do LinkedIn | O que diz, ao certo | O que isso implica |
|---|---|---|
| Centro de ajuda, «Try multiple free Premium subscriptions» | «Se já está a usar, ou já usou, um período experimental gratuito do Premium, pode não ter direito a mais nenhuma subscrição Premium gratuita, ainda que tenham passado mais de 12 meses desde o período experimental anterior.» | Um período experimental por perfil, possivelmente para sempre. |
| Centro de ajuda, «LinkedIn free Premium trial eligibility» | «Se cancelar um período experimental gratuito do Premium, fica sem direito a inscrever-se noutro durante pelo menos 12 meses.» | Um período de espera, findo o qual o direito regressa. |
| premium.linkedin.com | «Se já resgatou um período experimental para o seu perfil nos últimos 12 meses, ainda não terá direito a outro.» | Um período de espera, e aquele «ainda» sugere que a porta volta a abrir. |
As três não podem ser verdadeiras ao mesmo tempo. Duas descrevem uma espera com fim. A primeira diz que essa espera pode não servir de nada. Os dois artigos de ajuda trazem a menção «Last updated: 6 months ago», portanto não se trata de uma página antiga a contradizer uma página recente. A resposta gerada por IA do Google também se resguarda, com um «(ou nunca, consoante os termos atualizados da conta)».
Trate o seu período experimental do Premium como algo que só acontece uma vez, enquanto o LinkedIn não provar o contrário. A verificação de elegibilidade é feita no momento do pagamento e dá a resposta num segundo.
O único sítio em que o LinkedIn se compromete
No Sales Navigator, a redação não tem ambiguidade nenhuma: os períodos experimentais estão «disponíveis para membros do LinkedIn que não tenham, neste momento, nenhuma subscrição paga do LinkedIn (Premium ou Sales Navigator incluídos) e que não tenham usado um período experimental gratuito do LinkedIn nos últimos 365 dias.»
Essa regra aplica-se ao Sales Navigator, não ao Premium, uma distinção que os resultados de pesquisa ignoram a toda a hora. Já expliquei o que isso implica para a ordem pela qual convém usar os períodos experimentais no artigo sobre o Sales Navigator. Duração publicada, também aí, não existe.
O que é gratuito a sério, e por quanto tempo

O teste padrão é o mais curto que o LinkedIn oferece.
Há maneiras reais de ter o LinkedIn Premium de graça, e não são as que as listas promovem. Cada pergunta sobre «seis meses grátis» que aparece nas «Outras perguntas» do Google tem resposta no índice de ajuda do próprio LinkedIn, e nenhum dos artigos bem posicionados o consultou.
| Via | O que dá | As condições |
|---|---|---|
| Comunidade militar dos Estados Unidos | 12 meses de Premium | Veterano elegível, cônjuge de militar ou de veterano, ou militar no ativo. Oferta única, sem subscrição Premium ativa no momento do resgate, pedida através dos parceiros sem fins lucrativos autorizados pelo LinkedIn. |
| Adobe Creative Cloud | 3 meses de Premium Career | Assinante pago do Creative Cloud ou do Express Premium que nunca tenha experimentado o LinkedIn Premium. Resgata-se através de links únicos na página inicial da Adobe e na página Perks do Creative Cloud. Uma subscrição Career, Business, Sales Navigator ou Recruiter Lite, atual ou recente, exclui-o. |
| Premium Company Page | Um período experimental à parte, de duração não publicada | Super Admin de uma Company Page gratuita já existente. Pode continuar a ter direito «ainda que já tenha experimentado o Premium antes», com a ressalva «aplicam-se outras restrições e critérios de elegibilidade» acrescentada no fim. |
| Dispositivos Motorola | O LinkedIn documenta uma oferta de 2 meses de Premium Career | Existem dois artigos de ajuda oficiais. Não consegui abrir os termos, e por isso a lista de aparelhos, as regiões e a data de fim ficam por confirmar. |
| Odido · Vivo Valoriza · Airtel · FoundersCard · LegalZoom | Existem artigos de ajuda oficiais dedicados | Ofertas regionais de operadoras e de parceiros. No índice a que consegui aceder não há duração nem termos. |
A via militar é a única forma verificada de chegar a um ano grátis: «Esta é uma oferta única de 12 meses; terminado o período promocional, a sua subscrição termina automaticamente.» Para a maior parte de quem lê isto, a mais útil é a via da Adobe, porque muita gente já paga o Creative Cloud e não faz ideia de que isto vem incluído. A página de ajuda dessa oferta traz a menção «Last updated: 2 weeks ago», o mais perto que aquele centro de ajuda alguma vez chega de indicar que uma oferta está em vigor. E o período experimental da Company Page é a única segunda oportunidade documentada. Repare no verbo: o LinkedIn diz que pode continuar a ter direito.
As vantagens só começam quando começa a pagar
Metade dos blogues que lhe vendem o período experimental apresentam as vantagens dos parceiros como se fizessem parte dele. Não fazem: «só terá direito a resgatar as Premium Perks e/ou as ofertas depois de o período experimental gratuito terminar e de fazer o primeiro pagamento da subscrição Premium.» Ou seja, são um argumento a favor de um mês pago, e não do mês grátis. Entre elas estão o Headspace, com quatro meses; o Notion, a NordVPN, o Duckbill e o YouTube Premium, com três; e o FoundersCard, com um ano. A Oura e a LegalZoom dão desconto e não tempo grátis, e o Lovable dá um crédito único. Os códigos só se usam uma vez e não podem ser resgatados em iOS.
O que não é verdade
O período experimental sem cartão de crédito. Já ficou tratado acima. O LinkedIn exige um.
Um desconto de estudante. O LinkedIn não publica nenhum, e todos os resultados de «desconto de estudante» são agregadores de cupões. A única via que chegou a existir foi o pacote Microsoft 365 anunciado em janeiro de 2026, com doze meses de Premium Career para estudantes, e o prazo de inscrição já terminou. Não consegui confirmar a data exata numa página da Microsoft, portanto não indico nenhuma; mas a oferta está fechada, e há artigos bem posicionados que continuam a dizer o contrário. Essa oferta explica provavelmente a única anomalia no historial desta pesquisa: o volume americano andou nas 8 100 pesquisas por mês o ano inteiro, disparou para 12 100 em janeiro de 2026 e no mês seguinte voltou ao nível anterior. A Microsoft anunciou-a a 15 de janeiro. É a minha leitura da curva, não uma coisa que eu tenha medido.
As pessoas continuam a perguntar se o Amazon Prime traz algum benefício no LinkedIn. Não há nada que o documente: nem do lado da Amazon, em nenhum escalão do Prime, nem do lado do LinkedIn, na lista de parceiros. É uma ausência de prova e não um desmentido de nenhuma das duas empresas, e, na prática, não há nada a aproveitar.
O programa de recomendação. O Premium permitia indicar contactos, que ganhavam um período experimental próprio. O URL do programa dá agora erro 404 nas duas grafias, os excertos que restam dizem que a promoção acabou, e não vou repetir uma duração cujos termos não consigo consultar.
Depois há o truque a que todas as listas acabam por chegar: uma segunda conta, um email descartável, um cartão novo. Um perfil que deturpa a identidade da pessoa viola o Contrato do Utilizador, e o LinkedIn restringe contas por causa disso. Perder a conta sai muitíssimo mais caro do que alguma vez sairão os 29,98 € de um mês. Não vou escrever essa secção, e desconfio das páginas que o fazem.
Cancelar antes de ser cobrado

O sítio onde comprou o teste decide se é avisado.
O aviso existe, mas é mais limitado do que se julga. O LinkedIn envia um email para o endereço principal antes de o período experimental acabar, mas só nas subscrições compradas no site, em computador, e só antes da primeira cobrança, nunca das seguintes. A antecedência com que é enviado não está publicada, portanto não conte com um número de dias. Quem comprou em Android recebe um aviso equivalente da Google. E a Apple não envia rigorosamente nada para o que tenha sido comprado através do iTunes ou da App Store. Se os emails para o endereço da conta estiverem a gerar bounces, ou se o endereço nunca tiver sido confirmado, também não recebe aviso nenhum. Se comprar na aplicação iOS, o prazo passa a depender de uma nota na sua agenda, não de uma notificação.
No computador, o percurso tem sete passos, e o terceiro leva-o para um Admin Center à parte que não se parece nada com o LinkedIn: é aí que a maior parte das pessoas pensa que se enganou e desiste. Todos os caminhos, incluindo o da Apple, que o LinkedIn não pode tratar em seu nome, estão descritos no guia de cancelamento.
Há aqui uma coisa que funciona ao contrário de todas as outras subscrições que tem: cancelar um período experimental mais cedo corta o acesso de imediato, ao passo que cancelar um mês pago lhe permite continuar a usar o serviço até ao fim do ciclo. Essa armadilha está explicada no artigo sobre os preços do Premium Career.
E se for cobrado à mesma
Existe um prazo de reembolso que quase ninguém menciona. As subscrições Premium «podem ser reembolsáveis até 7 dias a contar da data em que a subscrição é cobrada, sem que tenha havido utilização do Premium.» Na União Europeia, a proteção é maior: «Os cidadãos da União Europeia têm direito ao reembolso total durante os 14 dias seguintes ao início da subscrição.» A Dinamarca, os Países Baixos e a Alemanha têm termos de pré-aviso próprios. Os reembolsos em iOS passam pela Apple.
É esta a verdadeira rede de segurança de quem se esqueceu de cancelar. Seja rápido: naquela frase, o «sem que tenha havido utilização do Premium» pesa muito. E o pagamento anual não tem saída antecipada nenhuma: cancela-se, e o plano continua ativo, e pago, até o ano chegar ao fim. Aos assinantes alemães, o LinkedIn indica que as condições de reembolso não se aplicam ao primeiro ano de um plano anual.
Se vai pagar, pague menos
No Premium Career, o pagamento anual corta o preço para metade, o maior desconto de todo o catálogo do LinkedIn, e em euros a conta é a mesma: 179,88 € por ano contra os 359,76 € que dão doze mensalidades de 29,98 €. Nos outros planos, a mesma opção pesa muito menos. Consoante o plano e a moeda, o desconto anual desce desses 50% para menos de 4%; na grelha em euros, o valor mais baixo são os 4,8% do Sales Navigator Advanced. O leque completo está na análise dos preços do Premium.
A opção duo compensa quando há duas pessoas na mesma casa à procura de emprego. O plano de duas licenças do Career custa 269,81 € por ano contra 179,88 € por uma, ou seja, a segunda pessoa fica por 89,93 € no ano inteiro. São 7,49 € por mês pelo mesmo produto, escondido numa secção expansível que vem fechada. O artigo dos preços do Career tem as contas por pessoa.
O ciclo trimestral existe e ninguém escreve sobre ele, sobretudo porque não há nada para escrever: o LinkedIn confirma que se «pode escolher entre um ciclo de faturação mensal, trimestral ou anual» e não publica um preço trimestral em parte nenhuma. A moeda também pesa, já que o LinkedIn fixa preços mercado a mercado em vez de converter um valor em dólares. O método e o risco para a conta estão no artigo sobre o Sales Navigator.
Depois vêm as letras pequenas, presentes em pelo menos quatro páginas de preços do LinkedIn: os valores «podem excluir o IVA, o imposto sobre bens e serviços (GST) e/ou descontos promocionais», e «podem ocorrer ligeiras variações consoante o tipo de aparelho.» O total que aparece no pagamento não vai bater certo com o preço de tabela.
Uma oferta gratuita que não expira
É uma secção curta, e está aqui por causa de uma lacuna que o Premium nunca colmata.
Nenhuma subscrição do LinkedIn lhe dá os dados de contacto de alguém. A razão é uma definição escolhida pelo próprio membro, e não uma barreira de pagamento: a página do LinkedIn sobre a visibilidade do email diz que «por predefinição, o endereço de email principal que registou no LinkedIn só está visível para as suas ligações diretas no LinkedIn», e o membro pode ainda ocultá-lo de toda a gente. Não há escalão pago que se sobreponha a essa escolha.
A minha empresa vende precisamente o que falta. A Enrow encontra um email profissional ou um número direto a partir de um nome e de uma empresa, ou do perfil que já tem aberto, e só cobra quando o resultado é válido: uma falha não custa nada, um bounce também não. Um clique envia a ficha de contacto completa para o HubSpot, o Salesforce ou o Pipedrive, e atualiza o registo existente em vez de criar um duplicado.
O que justifica falar disto aqui é a comparação entre duas ofertas grátis. Um período experimental é um empréstimo: um mês, um cartão registado, uma data de conversão marcada. O plano gratuito da Enrow dá 50 créditos novos no início de cada mês, sem cartão e sem nenhuma cobrança à espreita. Cinquenta créditos dão cinquenta emails verificados. Um número de telefone custa 40 créditos, portanto o plano gratuito dá um número por mês e não cinquenta: mais vale ouvi-lo de mim do que descobri-lo depois.
E o que não fazemos: não há lista nenhuma para folhear. É o utilizador que traz o nome; nós encontramos os contactos da pessoa. As bases armazenadas envelhecem entre atualizações, e procurar a resposta no momento do pedido vale mais do que entregar uma linha que era verdade em março. Para construir a lista, existe o Sales Navigator. Também não fazemos envios: para sequências, há a Emelia, a La Growth Machine ou o lemlist.
pronto para passar à velocidade superior?
Ligado em minutos.
Data verificada em segundos.
FAQ
O LinkedIn dá um mês de período experimental gratuito?
Dá, a quem tiver direito, embora nunca indique um número de dias. As páginas do período experimental dizem que a duração «pode variar»; o único ponto fixo é a cobrança: o cartão é debitado um mês depois da inscrição.
É preciso cartão de crédito para o período experimental do LinkedIn Premium?
É. O LinkedIn di-lo sem rodeios: «Tem de introduzir um cartão de crédito válido para iniciar o período experimental.» O período experimental passa automaticamente a plano pago se não o cancelar. Versão sem cartão não existe.
Como consigo outro período experimental do LinkedIn?
O Sales Navigator compromete-se com uma regra: nenhuma subscrição paga do LinkedIn e nenhum período experimental do LinkedIn nos últimos 365 dias. Para o Premium não há resposta fiável: uma página de ajuda diz que pode não ter direito «ainda que tenham passado mais de 12 meses», e duas outras descrevem uma espera de doze meses.
O LinkedIn Premium é gratuito durante 12 meses?
Para a comunidade militar dos Estados Unidos, é. Veteranos elegíveis, militares no ativo e cônjuges pedem uma subscrição de cortesia de 12 meses através dos parceiros sem fins lucrativos autorizados pelo LinkedIn. A oferta é única e exige que não haja nenhuma subscrição Premium ativa no momento do resgate. É o único ano grátis verificado.
Como consigo 3 meses de LinkedIn Premium grátis?
Pela Adobe. Os assinantes pagos do Creative Cloud e do Express Premium que nunca tenham experimentado o LinkedIn Premium recebem três meses de Premium Career, através de links únicos na página inicial da Adobe e na página Perks do Creative Cloud. Quem tenha uma subscrição Career, Business, Sales Navigator ou Recruiter Lite recente fica de fora.
Como consigo 6 meses de LinkedIn Premium grátis?
Não há nenhuma oferta de seis meses documentada no site do LinkedIn. O que existe: doze meses para a comunidade militar dos Estados Unidos, três pela Adobe, dois documentados para quem tem aparelhos Motorola, e um período experimental à parte da Company Page para Super Admins.
Posso ter o Sales Navigator de graça?
Um período experimental, se tiver direito. O LinkedIn reserva-o a membros «que não tenham, neste momento, nenhuma subscrição paga do LinkedIn (Premium ou Sales Navigator incluídos)» e «que não tenham usado um período experimental gratuito do LinkedIn nos últimos 365 dias».
O que acontece se cancelar mais cedo o período experimental do LinkedIn Premium?
Perde o acesso na hora. Nas palavras do LinkedIn: «Se cancelar um período experimental gratuito do Premium, o período termina imediatamente e o acesso ao Premium para logo.» Um plano pago funciona ao contrário: «continua ativo até ao fim do ciclo de faturação em curso». Cancele o período experimental perto do fim, não logo no início.
Posso pedir reembolso se me esquecer de cancelar?
É possível. As subscrições Premium «podem ser reembolsáveis até 7 dias a contar da data em que a subscrição é cobrada, sem que tenha havido utilização do Premium». Os cidadãos da União Europeia têm reembolso total nos 14 dias seguintes ao início da subscrição. Os reembolsos em iOS são tratados pela Apple.
Existe um desconto de estudante no LinkedIn Premium?
O LinkedIn não publica nenhum. O pacote Microsoft 365 que dava aos estudantes doze meses de Premium Career foi anunciado em janeiro de 2026 e está fechado. Todos os resultados de «desconto de estudante» são agregadores de cupões.
Qual é a maneira mais barata de ter o LinkedIn Premium?
O Premium Career anual, a 179,88 €, que dá 14,99 € por mês contra os 29,98 € do preço de tabela. Se for preciso para uma segunda pessoa, o plano anual de duas licenças custa 269,81 €, ou seja, 89,93 € pela segunda licença.
Como verificámos isto
Todas as citações foram consultadas nos sites do próprio LinkedIn a 5 de setembro de 2026: o índice de ajuda do Premium e quinze dos seus artigos, o premium.linkedin.com e a página de comparação de planos do Sales Navigator. Quando o LinkedIn indica a data de última atualização de um artigo, foi essa data que usei: é assim que se percebe que a oferta da Adobe está em vigor e que a FAQ das ofertas promocionais não é atualizada há dois anos.
Há dois pontos documentados que não consegui consultar: os termos da Motorola e as ofertas de operadoras que constam do índice de ajuda. Sem acesso às condições, não lhes atribuo número nenhum.
As citações do LinkedIn estão traduzidas do inglês; os links levam ao texto original. Os preços em euros vêm de linkedin.com, e os dos planos Premium foram verificados a 28 de agosto de 2026: são os montantes que o LinkedIn cobra na zona euro, não conversões do dólar.

