O essencial O Sales Navigator Core custa 120,99 € por mês, ou 1 088,88 € ao ano. O Advanced fica em 148,21 € por mês, ou 1 693,88 € ao ano. O Advanced Plus só se vende sob orçamento. Subir de Core para Advanced custa 605 € por licença e por ano. Em troca vêm duas coisas que valem a pena: a importação de contas em CSV e a reatribuição de licenças. O resto do escalão é palha. A quota de InMails não muda. Os três planos dão os mesmos 50 créditos InMail por mês. Metade dos artigos que aparecem nos resultados desta pesquisa continua a citar 79,99 $ ou 99,99 $. Já foram preços reais. Hoje já não são. Tudo o que se segue foi consultado na FAQ de preços do próprio LinkedIn a 28 de agosto de 2026, em cinco moedas. Os valores em euros são os que o LinkedIn publica para a zona euro, não conversões do dólar.
Procure o preço do Sales Navigator e vai encontrar uma dúzia de artigos muito seguros de si. Entre o mais barato e o mais caro, há quarenta dólares de diferença por mês.
Fui ver. Nas duas primeiras páginas do Google, a 28 de agosto de 2026, o Core aparecia a 79,99 $, 99 $, 99,99 $, 119,99 $ e 120 $. O Advanced, a 139,99 $, 149,99 $, 159,99 $ e 179,99 $. Uma página bem posicionada dava o preço anual do Core a 959,88 $; outra dava 1 079,88 $. Não podem ter todas razão. A maior parte está simplesmente desatualizada: preços que estavam certos em 2023 ou em 2024, nunca revistos, em páginas que continuam bem posicionadas.
Este artigo faz então uma coisa aborrecida e útil. Cada número foi consultado na FAQ de preços do próprio LinkedIn a 28 de agosto de 2026, incluindo as grelhas por moeda escondidas em secções expansíveis que ninguém parece abrir.
A seguir digo o que penso de cada plano e explico como pagar bastante menos do que o preço de tabela.
Uma declaração de interesses, logo à partida. Dirijo a Enrow, que encontra e verifica os emails e os telemóveis que o Sales Navigator, de propósito, não dá. Isso faz de mim cliente do LinkedIn, não concorrente. Não tenho motivo nenhum para o afastar do Sales Navigator, e há uma secção mais para o fim que explica onde ele acaba e onde começa o meu produto.
Quanto custa o Sales Navigator, oficialmente
Core, 120,99 € por mês. Advanced, 148,21 €. E de um plano para o outro o desconto anual não tem nada a ver: 25% no Core, menos de 5% no Advanced.
| Plano | Pagamento mensal | Pagamento anual | Anual, por mês | Poupança anual face a 12 mensalidades |
|---|---|---|---|---|
| Core | 120,99 €/mês | 1 088,88 €/ano | 90,74 €/mês equiv. | −25% |
| Advanced | 148,21 €/mês | 1 693,88 €/ano | 141,16 €/mês equiv. | −4,8% |
| Advanced Plus | Sob orçamento | Sob orçamento | — | — |
Pare um segundo na coluna das poupanças, porque é o que esta página tem de mais útil.
O LinkedIn dá 25% a quem paga o Core ao ano. No Advanced, o desconto desaba para 4,8%. Os dois números saem da mesma tabela, publicados pela própria empresa, sem uma palavra de explicação. O conselho de sempre, «leve o anual», é excelente no Core e quase irrelevante no Advanced. Aí, adianta doze meses de tesouraria para poupar sete euros por mês.
Quanto ao Advanced Plus, não há preço publicado nenhum. O LinkedIn diz que é «personalizado consoante a dimensão da equipa comercial, a integração com o CRM e as necessidades de onboarding ou de formação». Sites terceiros falam num mínimo à volta de 1 600 $ por licença e por ano, um valor em dólares que não consegui cruzar com nenhuma fonte do LinkedIn. Trate-o como boato até um comercial lhe pôr um número em cima da mesa.
Os mesmos planos em cinco moedas
O LinkedIn publica os preços do Sales Navigator em cinco moedas e, exatamente no mesmo plano Core, o desconto anual vai de 15,8% em libras a 31% em dólares canadianos. Quase ninguém reproduz esta grelha.
| Sales Navigator Core | Pagamento mensal | Pagamento anual | Anual, por mês | Desconto anual face a 12 mensalidades |
|---|---|---|---|---|
| USD | 119,99 $/mês | 1 079,88 $/ano | 89,99 $/mês equiv. | −25% |
| EUR | 120,99 €/mês | 1 088,88 €/ano | 90,74 €/mês equiv. | −25% |
| GBP | 94,99 £/mês | 959,88 £/ano | 79,99 £/mês equiv. | −15,8% |
| CAD | 144,99 $CA/mês | 1 199,88 $CA/ano | 99,99 $CA/mês equiv. | −31% |
| AUD | 154,99 $AU/mês | 1 499,88 $AU/ano | 124,99 $AU/mês equiv. | −19,4% |
As cinco grelhas foram consultadas nas secções expansíveis da FAQ compare-plans do LinkedIn a 28 de agosto de 2026. Os equivalentes mensais são calculados a partir dos valores anuais que o LinkedIn publica.
Mesmo produto, mesmo mês, e o desconto depende do país de faturação. O comprador britânico fica com o pior negócio da tabela. O canadiano, o melhor.
Não são conversões de um preço em dólares. São preços fixados mercado a mercado, e é precisamente daí que vem o desalinhamento dos descontos. Um exemplo que interessa a quem compra em euros: ao câmbio de 28 de agosto de 2026, 1 € valia 1,16 $, portanto os 120,99 € cobrados na zona euro correspondem a cerca de 141 $. São uns 17% acima do que um americano paga pelo mesmo Core. Esta grelha abre uma porta, e mais à frente volto a ela.
O que se paga de verdade, numa equipa a sério

O Advanced custa mais por licença e menos por equipa, se a equipa não precisar dele todos os dias.
Os preços de tabela são por licença. Dez comerciais em Advanced custam 16 938,80 € por ano, face a 10 888,80 € em Core: 6 050 € de diferença antes de alguém ter enviado uma única mensagem. Pagar o Core ao mês, e não ao ano, acrescenta outros 3 630 € por ano nas mesmas dez licenças.
| Dimensão da equipa | Core, pagamento mensal | Core, pagamento anual | Advanced, pagamento anual | Diferença Core → Advanced |
|---|---|---|---|---|
| 1 comercial | 1 451,88 €/ano | 1 088,88 €/ano | 1 693,88 €/ano | +605 €/ano |
| 5 comerciais | 7 259,40 €/ano | 5 444,40 €/ano | 8 469,40 €/ano | +3 025 €/ano |
| 10 comerciais | 14 518,80 €/ano | 10 888,80 €/ano | 16 938,80 €/ano | +6 050 €/ano |
Cada célula é o preço por licença publicado pelo LinkedIn, multiplicado pelo número de licenças. A coluna de pagamento mensal está anualizada sobre doze meses, para que a comparação se faça em pé de igualdade.
Seis mil euros por ano, para dez comerciais, só para passar de Core a Advanced. Guarde esse número enquanto lê a secção seguinte, porque não me parece que a maior parte das equipas o deva gastar.
O que penso de cada plano, com franqueza
Core: o plano que quase toda a gente devia comprar
O Core faz o serviço. Tem a pesquisa, os filtros, as listas de leads e de contas, as pesquisas guardadas e 50 créditos InMail por mês.
Este último número merece atenção, porque é o argumento contra a subida de escalão que quase ninguém faz. Core, Advanced e Advanced Plus recebem todos 50 créditos InMail por mês. O mesmo número. Os créditos não usados acumulam-se durante até três meses, com um limite de 150, e um InMail que receba resposta em 90 dias é creditado de novo. São 605 € a mais por licença e por ano, e nem uma mensagem extra.
Pontos fortes
- 2,42 € por InMail no mensal e 1,81 € no anual: o melhor preço unitário de todo o catálogo LinkedIn a partir do momento em que se paga ao ano
- 25% de desconto anual, o melhor dos dois planos Sales Navigator com preço público
- Listas de leads e de contas, pesquisas guardadas e o conjunto completo de filtros
- Os mesmos 50 InMails dos dois escalões acima
- Compra-se em self-service, portanto a via da moeda estrangeira fica aberta
Pontos fracos
- Sem importação de contas em CSV
- Licença única, sem reatribuição possível
- Pesquisa limitada a 2 500 leads e 1 000 contas
- O preço tem subido sem parar: a tabela americana ainda andava pelos 80 $ há pouco tempo
Ideal para: quem prospeta no LinkedIn sem ter de gerir as licenças de uma equipa. Ou seja, a maioria dos compradores.
O Advanced tem duas boas razões e muito ruído
Vou defender esta subida a sério, porque há duas funcionalidades no Advanced que merecem o lugar que ocupam.
Importação de contas em CSV. É a verdadeira razão para subir, e quase ninguém escreve sobre ela. O Advanced, tal como o Advanced Plus, deixa carregar uma lista de empresas para dentro do Sales Navigator: uma lista feita por scraping, exportada do CRM, ou montada a partir de um punhado de sites. Só aceita contas, não leads, até 1 000 contas por lista. Tirando a sincronização com o CRM, reservada ao Advanced Plus, é a única ponte entre os dados que são seus e a interface do LinkedIn, e só funciona num sentido: nada sai de lá em ficheiro. Para quem faz outbound orientado a contas, esta funcionalidade sozinha pode justificar o escalão.
Reatribuição de licenças. Nos planos de equipa, pode tirar a licença a uma pessoa e passá-la a outra a partir da consola de administração. Não tantas vezes quantas quiser, porém: o LinkedIn limita as atribuições de licença por mês civil, fixa o teto em função do número de licenças que tem e repõe-no a zero no dia 1 de cada mês.
Esta segunda razão tem uma consequência que pede calculadora. Imagine dez comerciais, nem todos a precisar do Sales Navigator no mesmo mês. Compre cinco licenças Advanced e ponha-as a rodar, por turnos longos o suficiente para ficar abaixo desse teto:
- 10 licenças Core, ao ano: 10 888,80 €
- 5 licenças Advanced, a rodar por 10 pessoas: 8 469,40 €
O Advanced sai 2 419,40 € mais barato, com a importação CSV à pendura. É o único cenário em que subir de escalão poupa dinheiro em vez de custar, e é exatamente o contrário da forma como o LinkedIn vende este plano.
Agora o resto do Advanced, que já usei e que não pagaria.
Os relatórios de equipa não dizem nada que se possa aproveitar. O Buyer Intent não funciona suficientemente bem para se poder planear com base nele. Na prática, o TeamLink é peso morto. A vaga recente de funcionalidades de IA foi muito mais anunciada do que útil. Os Smart Links são o único extra a que eu chamaria vagamente interessante, e o «vagamente» não está lá por acaso.
Tire tudo o resto e é isto que fica a pagar: 605 € por licença e por ano por um importador de CSV e um ecrã para trocar licenças de mão.
Pontos fortes
- A importação de contas em CSV, a verdadeira razão para subir
- A reatribuição de licenças dentro de uma equipa, com um teto mensal reposto no dia 1
- Os Smart Links, para acompanhar o que se envia
- Rodar menos licenças por mais comerciais pode sair claramente mais barato do que o Core
Pontos fracos
- 605 € a mais por licença e por ano para zero InMails extra
- O desconto anual desaba para 4,8%, contra 25% no Core
- Relatórios de equipa, Buyer Intent e TeamLink ficam aquém do prometido
- As funcionalidades de IA recentes foram mais anunciadas do que usadas
Ideal para: equipas que vão de facto usar a importação CSV, ou que consigam rodar um lote pequeno de licenças por um grupo maior.
O Advanced Plus, para um comprador muito específico
Integração avançada com o CRM, onboarding dedicado, condições negociadas. Se tem uma equipa de CRM ops e um departamento de compras, já sabe se precisa disto. Se está a perguntar o preço, não precisa.
Uma coisa a saber antes de começar essa conversa, e explico porquê daqui a pouco: comprar através de um comercial fecha-lhe uma via de desconto que os compradores em self-service mantêm aberta.
Pontos fortes
- Integração avançada com o CRM e onboarding dedicado
- Condições negociadas, portanto há margem no preço
Pontos fracos
- Nenhum preço publicado, em lado nenhum
- Obriga a falar com um comercial e, na prática, a passar pelo departamento de compras
- Vendido por um comercial, o que exclui por completo a via da moeda estrangeira
- Continuam a ser 50 InMails, os mesmos do plano de 120,99 €
Ideal para: organizações com uma função de CRM ops e um ciclo de compras a sério.
Como pagar bastante menos

O preço na fatura nunca muda, mas o que lhe custa muda.

Mesmo plano, mesmo mês, cinco descontos diferentes.
Quem pesquisa este tema quer quase sempre pagar menos, e a maior parte dos artigos responde «leve o anual». Aqui vai a lista completa.
1. Leve o anual no Core. No Advanced, pense duas vezes
25% contra 4,8%. A decisão joga-se toda aí, e é o inverso do que a maioria dos compradores imagina.
2. Faça rodar as licenças em vez de comprar uma por pessoa
Já ficou dito acima. Se os comerciais usam o Sales Navigator por períodos e não todos ao mesmo tempo, atribuir o Advanced a metade da equipa e reatribuir as licenças dentro do teto mensal do LinkedIn fica mais barato do que dar uma licença Core a cada um.
3. Encaixe o teste gratuito na regra dos 365 dias
A elegibilidade para o teste é mais apertada do que as pessoas imaginam, e está escrita preto no branco: o teste gratuito é para membros sem qualquer subscrição paga do LinkedIn em curso, Premium incluído, e que não tenham usado um teste gratuito do LinkedIn nos últimos 365 dias.
Daqui saem duas consequências. Ter uma subscrição Premium desqualifica-o para um teste do Sales Navigator, portanto cancele primeiro se estiver a preparar um. E ao fim de um ano fica outra vez elegível, coisa que o LinkedIn não anda a anunciar. Recebe também um email sete dias antes de o teste passar a pago.
4. Compre numa moeda que esteja a cair
Esta é a que poupa dinheiro a sério, e nunca li ninguém que a explicasse corretamente.
O LinkedIn cobra as subscrições de self-service em 57 moedas. Não cinco. Cinquenta e sete, incluindo o peso argentino, a lira turca, o naira nigeriano, a libra egípcia, a rupia paquistanesa e a hryvnia ucraniana. A lista está à vista no centro de ajuda do LinkedIn.
A partir do momento em que subscreve, o preço fica fixado nessa moeda. O LinkedIn pode rever os preços de um mercado para os novos compradores, e fá-lo. Aconteceu no Líbano, quando a tabela local se afastou demasiado da realidade. As subscrições em curso mantiveram o valor antigo. Ou seja, quem tem uma subscrição numa moeda que continua a desvalorizar face ao euro ou ao dólar vê o custo real descer a cada renovação, sem levantar um dedo.
Uma subscrição Core fixada em pesos argentinos custava, a 28 de agosto de 2026, menos 37,3% em dólares do que dois anos antes. E ninguém teve de fazer nada para isso acontecer.
| Moeda em que é cobrado | Custo real ao fim de 1 ano | Custo real ao fim de 2 anos |
|---|---|---|
| Lira turca (TRY) | −14,9% em dólares | −28,9% em dólares |
| Peso argentino (ARS) | −10,7% em dólares | −37,3% em dólares |
| Peso filipino (PHP) | −8,3% em dólares | −9,6% em dólares |
| Rupia indiana (INR) | −8,1% em dólares | −12% em dólares |
| Rupia indonésia (IDR) | −7,6% em dólares | −12,5% em dólares |
Cada percentagem é a queda, em dólares, do custo de um preço fixado nessa moeda, medida a 28 de agosto de 2026 face a 28 de agosto de 2025 e 28 de agosto de 2024. É um movimento cambial, não um desconto do LinkedIn.
O dólar serve de referência porque foi nessa moeda que medi os câmbios. Para quem compra em euros, a ordem de grandeza mantém-se: em doze meses o euro ficou estável face ao dólar e, em dois anos, valorizou 4,2%, o que torna a queda um pouco maior vista da Europa, não menor.
Já o fiz. Subscrevi em pesos argentinos, à volta de 45 € por mês. Duas renovações depois pago pouco menos de 30 € pela mesma coisa, e não toquei em nada.
O mecanismo, que é onde todos os outros artigos se enganam. São precisos dois passos e só funcionam juntos:
- Mude o país no seu perfil do LinkedIn. É isso que faz os preços aparecerem na moeda local.
- Use uma VPN, sobretudo na hora do pagamento.
Uma VPN, sozinha, não serve de nada. Mudar o país do perfil também não. O que funciona é a combinação dos dois.
E agora as ressalvas, porque são quatro e pesam.
A escolha da moeda joga-se uma vez só. A página de ajuda do LinkedIn di-lo: para ser cobrado noutra moeda tem de cancelar o plano e esperar pelo fim do ciclo antes de comprar de novo. Escolha mal e perde um ciclo inteiro a corrigir o erro.
Uma moeda fraca não é a mesma coisa que uma moeda a cair. Nos últimos doze meses o naira nigeriano valorizou 14,4% face ao dólar, e o peso colombiano 27,6%. Uma subscrição comprada em qualquer uma delas custa hoje mais do que custou na compra. O que interessa é uma queda estrutural, não volatilidade.
Esta via é só para self-service. O LinkedIn aceita apenas 12 moedas em contratos assinados com um comercial, e nenhuma das que se depreciam depressa está nessa lista. O Advanced Plus fica excluído à partida, mais uma razão para ficar no Core ou no Advanced.
E há um risco real no fim disto, que prefiro dizer com todas as letras a enterrar no meio do texto. Os Termos de Utilização do LinkedIn exigem informação de perfil exata, e a empresa reserva-se expressamente o direito de restringir contas cujo perfil não corresponda à realidade. O que fica exposto não é o cartão. É a conta, e quem vende no LinkedIn tem nessa conta um valor incomparavelmente maior do que o da subscrição. A decisão é sua, com os factos à frente.
O último conselho decorre de todos os anteriores: se entrar a um bom preço, nunca cancele. A vantagem cresce em silêncio, renovação atrás de renovação, e desaparece no momento em que subscrever outra vez.
Dois limites de que ninguém fala até esbarrar com eles
Os resultados de pesquisa têm dois limites. O LinkedIn deixa consultar até 2 500 resultados de leads distribuídos por 100 páginas, ou 1 000 resultados de contas por 40 páginas. Uma pesquisa que encontre 50 000 pessoas mostra 2 500. Depois é preciso dividir a pesquisa por senioridade, geografia e dimensão da empresa, e recomeçar. O limite das contas é o mais apertado dos dois, e é o que mais trava os programas orientados a contas.
O Sales Navigator tem caixa de entrada própria. As mensagens enviadas a partir do Sales Navigator chegam a uma caixa de correio separada da do LinkedIn normal. O prospect responde lá, você passa o dia no LinkedIn normal, e a resposta fica uma semana por ler. Envie do LinkedIn normal e guarde o Sales Navigator para aquilo em que é bom.
Aquilo em que o Sales Navigator é realmente melhor
Passei este artigo a implicar com os preços, por isso sejamos justos com o produto: num ponto, não tem concorrência a sério.
Os dados estão atualizados. Não no sentido do marketing: estruturalmente atualizados, porque são as próprias pessoas que mantêm o seu perfil. Alguém muda de emprego e atualiza o perfil nessa mesma tarde. Qualquer ferramenta construída em cima de uma base de contactos proprietária trabalha sobre uma fotografia com 45 dias de atraso no melhor dos casos, seis meses em circunstâncias normais. Para saber quem faz o quê hoje, nada se lhe compara.
As páginas de empresa também valem mais do que o LinkedIn deixa transparecer: contratações recentes, variações de efetivo, movimentos dentro de uma equipa. Para trabalho orientado a contas, é um sinal de primeira ordem, e o LinkedIn quase não o promove.
Mais uma funcionalidade que passa despercebida: uma subscrição paga permite navegar em privado e continuar a ver quem visitou o seu perfil. Vê sem ser visto, sem abdicar desse sinal.
Os limites do Sales Navigator, e o que é preciso a seguir
O Sales Navigator mostra-lhe exatamente a pessoa certa, com um cargo atualizado, numa empresa que acabou de contratar três pessoas para o departamento a que vende.
Não lhe dá o endereço de email. Não lhe dá o número de telemóvel. E o limite dos 2 500 resultados mostra bem que nunca foi pensado como base para trabalhar em volume.
É exatamente esse o vazio que a minha empresa preenche; leia o resto sabendo disso. A Enrow encontra e verifica emails profissionais e telemóveis diretos em tempo real, em vez de os servir a partir de uma lista guardada. Só paga os contactos verificados: sem contacto válido, sem crédito gasto. Cada endereço passa por mais de 10 verificações, com uma taxa de bounce observada abaixo de 1%. Os endereços catch-all são verificados e entregues, não marcados como «arriscados» e postos de lado. Nos telemóveis diretos europeus o RGPD não nos trava, e temos a documentação que o prova.
O que interessa aqui em concreto: a nossa extensão Chrome funciona dentro do Sales Navigator. Abra um perfil e ela encontra o email profissional verificado e o telemóvel direto dessa pessoa sem sair da página. Sem segundo separador, sem saltar entre janelas, sem copiar um nome para outra ferramenta e ficar à espera. Fica na pesquisa que já estava a fazer.
O contacto segue depois para o CRM por ligação nativa ao HubSpot, ao Salesforce ou ao Pipedrive: a ficha completa, todos os campos, num clique. O envio cria a ficha se ela não existir e atualiza a que existe, em vez de despejar um duplicado às cegas. É uma integração direta, não uma cadeia de ferramentas de automatização coladas umas às outras, e a ficha chega em condições à ferramenta que a equipa usa de facto.
É nas listas inteiras que toda a gente espera um atalho, e o Sales Navigator não dá nenhum. Não há exportação de leads nem de contas em CSV ou XLS, em plano nenhum; as fichas só saem pela sincronização com o CRM do Advanced Plus, e mesmo essa deixa o email e o telefone para o comercial escrever à mão. Resta trabalhar a lista onde ela está: abra cada perfil a partir da pesquisa guardada, e a extensão põe o email verificado e o telemóvel direto no seu CRM. Se já tem um CSV, por exemplo um segmento tirado do CRM, enriqueça esse ficheiro e pague as linhas que saem válidas. Há uma API para o mesmo trabalho, e um servidor MCP (github.com/EnrowAPI/enrow-mcp) para quem preferir chamá-lo a partir de um assistente de IA.
Onde, com toda a franqueza, o mandaria procurar noutro sítio: a Enrow não tem base de dados consultável, e é de propósito. Uma base guardada desatualiza-se, que é precisamente o problema que quisemos evitar, portanto quem encontra os perfis continua a ser o LinkedIn e o Sales Navigator. Também não fazemos sequências, nem vamos fazer. Para isso, veja a Emelia, a La Growth Machine ou o lemlist.
Os preços começam em 15 € por mês para 1 000 créditos. Um email custa um crédito, um telemóvel direto custa 40, e o plano gratuito dá 50 créditos todos os meses, sem cartão.
pronto para passar à velocidade superior?
Ligado em minutos.
Data verificada em segundos.
FAQ
Quanto custa o Sales Navigator por mês?
O Sales Navigator Core custa 120,99 € por mês e o Advanced custa 148,21 € por mês, valores consultados na FAQ compare-plans do LinkedIn a 28 de agosto de 2026. Em pagamento anual, o Core desce ao equivalente a 90,74 € por mês (1 088,88 €/ano) e o Advanced a 141,16 € (1 693,88 €/ano). O Advanced Plus não tem preço publicado e é orçamentado caso a caso.
Dá para ter o Sales Navigator de graça?
Existe um teste gratuito, mas a elegibilidade é mais restrita do que a maioria das pessoas espera. Não pode ter nenhuma subscrição paga do LinkedIn, Premium incluído, e não pode ter usado um teste gratuito do LinkedIn nos 365 dias anteriores. Ao fim de um ano, volta a ser elegível.
O que é melhor, o LinkedIn Premium ou o Sales Navigator?
Servem para coisas diferentes. O Premium Business, a 52,49 € por mês, está pensado para a sua própria visibilidade e o seu networking. O Sales Navigator é um motor de pesquisa de prospeção, com os filtros avançados, as listas de leads e as pesquisas guardadas que o Premium não tem. Para montar listas-alvo, o Premium não serve.
É preciso ter LinkedIn Premium e Sales Navigator ao mesmo tempo?
Não. O Sales Navigator já traz as funcionalidades Premium que contam para vender, portanto somar 120,99 € e 52,49 € por mês é pagar duas vezes o mesmo. Ter uma subscrição Premium também o desqualifica para o teste gratuito do Sales Navigator, porque o LinkedIn reserva os testes a membros sem qualquer subscrição paga.
Vale a pena subir para o Sales Navigator Advanced?
Para a maioria das equipas, não. A quota de InMails é idêntica nos três planos, 50 por mês, e os relatórios e os sinais de intenção adicionais ficam aquém do prometido. Duas coisas justificam a subida: a importação de contas em CSV e a reatribuição de licenças dentro de uma equipa. Se for usar as duas, compensa. Se não, fique no Core.
Quanto custa o Sales Navigator Advanced Plus?
O LinkedIn não publica preço nenhum. É orçamentado caso a caso, consoante a dimensão da equipa, a integração com o CRM e as necessidades de onboarding. Sites terceiros falam num mínimo à volta de 1 600 $ por licença e por ano, um valor em dólares que não consegui cruzar com nenhuma fonte do LinkedIn.
Porque é que os sites indicam preços diferentes para o Sales Navigator?
Porque a maior parte cita um preço que o LinkedIn praticou num ano anterior, numa página que nunca mais foi revista. Dos dezasseis domínios editoriais externos ao LinkedIn que estavam posicionados a 28 de agosto de 2026, nove publicavam um valor que o LinkedIn não cobra, quase sempre o Core a 99,99 $/mês quando o preço real é 119,99 $. Esses artigos publicam em dólares; na zona euro o LinkedIn cobra 120,99 €. Veja a data de um artigo antes de tirar dele um orçamento.
Como verifiquei estes preços
Nada aqui foi copiado de outro artigo, o que, neste tema, conta mais do que é costume, porque metade da primeira página de resultados está desatualizada.
Os valores do Core e do Advanced, a grelha das cinco moedas, a regra de elegibilidade do teste gratuito e a política de cancelamento vêm todos da FAQ de preços da página compare-plans do Sales Navigator, consultada a 28 de agosto de 2026. Os limites de 2 500 leads e 1 000 contas vêm do artigo do centro de ajuda do LinkedIn sobre limites de pesquisa, que traz a menção «Last updated: 11 months ago». A lista das 57 moedas e a das 12 moedas para contratos vêm de duas páginas de ajuda separadas.
Os preços em euros são os que o LinkedIn publica para a zona euro, não conversões do dólar: a diferença entre planos não é a mesma nas duas tabelas, e isso vê-se logo no desconto anual do Advanced, 4,8% em euros contra 6,3% em dólares. Os equivalentes mensais e as percentagens de desconto são calculados a partir dos valores publicados pelo LinkedIn, nunca copiados.
Para o Advanced Plus, o LinkedIn não publica preço nenhum, portanto o mínimo de cerca de 1 600 $ por licença aparece como um número reportado por terceiros, nada mais.
A verificação das afirmações publicadas por outros sites foi feita de forma automatizada, e não compilando à mão o que cada um escreve. A 28 de agosto de 2026 recolhi os resultados que o Google mostra para linkedin sales navigator pricing, sales navigator pricing e how much does sales navigator cost, extraí todos os valores citados nesses excertos (484 no conjunto do corpus de preços do LinkedIn) e confrontei cada um com a FAQ compare-plans. As datas de publicação são as que os artigos mostram nos seus próprios excertos, portanto uma data em falta fica registada como em falta e não estimada. Como estes artigos publicam em dólares, a comparação faz-se com a tabela americana do LinkedIn. Nenhuma afirmação foi dada como errada sem essa verificação, e, no levantamento, os sites que citam os números certos foram registados ao lado dos que se enganam.

