
Oito créditos separam os dois botões, e o número geral da empresa vem à boleia, sem custo.
O essencial A extensão do Apollo encontra o email. Metade da internet escreve sobre esta ferramenta como se não encontrasse. Num perfil do LinkedIn há dois botões, a que o próprio centro de ajuda chama «Save contact or access email» e «Access email & phone», e entre um e outro vão oito créditos. Um email custa 1 crédito. Um telemóvel pessoal custa 8. O número geral da empresa não custa nada. Os planos pagos são de 49, 79 e 119 dólares por utilizador e por mês em anual, com 30 000, 48 000 e 72 000 créditos por utilizador e por ano — 0,0196 $, 0,0198 $ e 0,0198 $ o crédito. Subir de escalão compra funcionalidades, não dados mais baratos. O plano gratuito é mais magro do que a ficha na Chrome Web Store deixa supor: 900 créditos por utilizador e por ano, acesso aos telefones cortado ao fim de um período inicial, um único utilizador passados 100 dias. A Enrow não substitui nada disso. Não tem base de dados, não tem sequências, não tem marcador automático. Substitui a linha de baixo: uma pesquisa em tempo real em vez de uma ficha guardada, telemóveis europeus recolhidos dentro do RGPD, zero custo por utilizador, e um clique que cria ou atualiza a ficha inteira no HubSpot, no Salesforce ou no Pipedrive. Nos telemóveis, o preço de tabela dá razão ao Apollo e a cobertura não. Em cada cem contactos tirados do LinkedIn, encontramos número para 92 — medição nossa, nos nossos ficheiros. Há 50 créditos gratuitos por mês, sem cartão, e 15 € compram 25 números, para quem prefira fazer a comparação a acreditar em mim.
Dois botões. É isso que a extensão Chrome do Apollo põe num perfil do LinkedIn, e a diferença entre os dois explica uma fatura do Apollo melhor do que qualquer lista de funcionalidades.
Quase ninguém que escreve sobre esta ferramenta põe preço nesses cliques. É por aí que esta página começa.
O Apollo é um bom produto e não há versão desta página em que eu finja o contrário. A ficha na Chrome Web Store, publicada pela ZenLeads Inc., conta um milhão de utilizadores e uma média de 4,7 em 2,2 mil avaliações; a versão 16.5.0 saiu a 28 de agosto de 2026. Na página de preços há ainda um selo do G2 com 4,7/5 em 9 690 avaliações. Por 49 dólares por utilizador ficam do mesmo lado do login uma base de dados, uma ferramenta de sequências, um marcador automático e esta extensão — e poucos fornecedores metem tanta coisa dentro desse preço.
O que a barra lateral mostra de facto
Num perfil individual, o Apollo mostra as tecnologias usadas pela empresa, informação sobre contratações e rondas de financiamento. Dá para puxar dados já guardados sobre colegas, ver a atividade registada na conta da empresa, editar campos personalizados e telefonar a partir do browser.
Numa pesquisa do Sales Navigator, os botões passam a trabalhar em lote: selecionar os leads no topo da lista de resultados, pedir a informação de contacto para o conjunto e, a seguir, escrever-lhes ou metê-los em sequência. Cada ficha traz «Request their email address» e «Request their Direct Dial».
Num contacto já guardado, a documentação enumera sete ações: juntar a uma lista, meter numa sequência, redigir um email, registar atividade, ver colegas, enviar para o CRM e consultar informação adicional. A opção de ver colegas trabalha sobre um conjunto inteiro de pessoas sugeridas, e vem com um aviso colado: «When you save a contact, you may be charged for credit.»
Não existe, já agora, nenhuma extensão do Apollo dedicada ao LinkedIn. É a mesma e única extensão a correr da mesma maneira no Gmail, no Google Calendar, no HubSpot, no Salesforce, no Pipedrive, no Salesloft e nos sites das empresas.
Comportamento da barra lateral a partir do artigo do Apollo sobre prospeção no LinkedIn e do artigo de ajuda Use the Apollo Chrome Extension, a 29 de agosto de 2026.
Usar o Apollo num perfil do LinkedIn, com o taxímetro ligado
Quatro passos, aos preços do plano Basic em anual: 0,0196 $ o crédito.
- Instalar a partir da Chrome Web Store. A descarga é gratuita e a extensão existe nos quatro planos, o gratuito incluído.
- Abrir um perfil e clicar no ícone da extensão. A instrução do Apollo é exatamente essa: «Go to a user profile on LinkedIn, then click the Apollo Chrome Extension to open it.»
- Clicar em Save contact or access email. Um crédito, 0,0196 $, por um endereço verificado. O número geral da empresa vem à boleia, sem custo: «Apollo doesn't charge additional credits for accessing a contact's office phone number.»
- Ou clicar em Access email & phone: 8 créditos pelo número pessoal, mais 0,157 $. O Apollo assinala os números inscritos numa lista de oposição às chamadas e cobra à mesma, «regardless of whether the number is on a do not call registry».
Os créditos só saem em fichas novas: «Apollo charges credits each time you access a verified email or any phone number for net-new contacts.»
Há um aviso que pertence a este sítio da página e não ao fundo de uma FAQ, porque é do próprio Apollo e cai no instante exato do clique. «Apollo doesn't remove EU-based or UK-based contacts from the Apollo Chrome Extension. Apollo strongly recommends that you use caution and double-check a prospect's location on LinkedIn before saving them.» A decisão de conformidade fica com o comercial, perfil a perfil.
E agora a parte que as páginas de comparação erram a favor do Apollo. A documentação da API põe o enriquecimento de pessoas a «1-9 credits per person, charged only if credit-consuming data is found»: quando a pesquisa falha nos dados do próprio Apollo, não se paga nada. A exceção é o enriquecimento em cascata, em que a pesquisa sai para fornecedores terceiros e «some vendors consume credits per lookup even when no data is found» — e aí o telefone «typically uses 8–25 credits, but some configurations may result in 45+ credits», contra os 8 anunciados.
A extensão do Apollo.io é gratuita?
Instalar custa zero e a extensão funciona nos quatro planos do Apollo, o gratuito incluído. O que o gratuito dá, tal como está anunciado hoje: 900 créditos por utilizador e por ano, libertados mês a mês, com um tema de intenção de compra e 2 sequências por equipa. A página de preços acrescenta que «phone number access will be disabled and your team may be limited to one seat unless you upgrade», e o centro de ajuda fixa esse prazo em 100 dias.
A ficha da Chrome Web Store ainda não apanhou a página de preços, e as duas divergem justamente nos números que mais contam. A loja continua a prometer créditos de email ilimitados, 3 temas de intenção de compra e 10 créditos de exportação por mês. Na escrita com IA estão de acordo: 5 000 palavras. Foram lidas as duas no mesmo dia.
| Promessa do plano gratuito | Chrome Web Store, atualizada a 28 de agosto de 2026 | apollo.io/pricing, consultada a 29 de agosto de 2026 |
|---|---|---|
| Créditos de email | «Unlimited email credits» | 900 créditos/utilizador/ano, libertados mês a mês |
| Intenção de compra | «3 buying intent topics» | 1 tema de intenção |
| Sequências | «2 basic sequence automation» | 2 sequências por equipa (coincide) |
| Escrita com IA | «5K words in AI assisted emails» | 5 000 palavras/mês (coincide) |
| Exportações | «10 export credits per month» | «may only apply to certain plans or legacy configurations» |
| Utilizadores | não indicado | 1 utilizador ao fim de 100 dias de uso ativo |
| Acesso a telefones | não indicado | desativado depois do período inicial |
O gratuito trava ainda o Record Selection Limit nos 25, contra 1 000 no Basic e 10 000 no Organization, limita os envios diários a 250 e desliga o enriquecimento em cascata.
A redação do plano gratuito vem de apollo.io/pricing e do artigo do Apollo sobre gestão de planos; o texto da ficha vem da Chrome Web Store. Tudo a 29 de agosto de 2026.
Para onde vai o envio para o CRM, e onde a documentação se cala
A tabela «Push to CRM» do Apollo é mais curta do que a lista de plataformas suportadas. HubSpot: «Click Push to HubSpot to sync the contact's information to HubSpot.» Salesforce: a mesma frase com o nome trocado. O Salesloft e o Outreach também têm linha própria, mas o que recebem é uma cadência ou uma sequência — um destino de envio, não uma escrita no CRM.
O Pipedrive é uma plataforma suportada pela extensão e não aparece nessa tabela. Não vou daí concluir que o envio para o Pipedrive seja impossível, porque o Apollo não diz nem uma coisa nem outra.
Duas coisas que não encontrei publicadas em sítio nenhum: que campos viajam nesse envio, e se a escrita atualiza a ficha existente ou se pode criar uma segunda. «Sync the contact's information» é tudo o que está escrito. Num portal com regras de deduplicação apertadas, esse silêncio pesa, e o lado do CRM tem tratamento próprio no guia da extensão Chrome para HubSpot. Nada disto quer dizer que o Apollo duplique seja o que for — quer dizer que o comportamento não está documentado.
As integrações de CRM completas do Apollo estão mais bem documentadas e são bidirecionais a sério. Para o Salesforce vão contactos, leads, contas, atividade de email, notas, chamadas, tarefas, reuniões e eventos de calendário, e de lá vêm as oportunidades. A do HubSpot leva contactos, contas, atividade de email, chamadas, tarefas e notas nos dois sentidos. Nenhuma das duas páginas do diretório descreve o que acontece aos duplicados.
A fatura segue o número de pessoas, não o uso

Subir de escalão compra funcionalidades, não dados mais baratos: o crédito fica entre 0,0196 $ e 0,0198 $.
O Apollo cobra por utilizador; a Enrow cobra por crédito e não leva nada por utilizador. A comparação honesta é o crédito, anual contra anual — e aí o Apollo fica entre 0,0196 $ e 0,0198 $, seja qual for o escalão, e a Enrow entre 0,0065 € e 0,0068 €. Um ano de Pro dá 120 000 créditos e um ano de Scale dá 600 000, gastos mês a mês e não entregues de uma assentada à assinatura.
| Plano, pago ao ano | Preço | Créditos incluídos | Custo por crédito |
|---|---|---|---|
| Apollo Basic | 49 $/utilizador/mês | 30 000/utilizador/ano, adiantados | 0,0196 $/crédito |
| Apollo Professional | 79 $/utilizador/mês | 48 000/utilizador/ano, adiantados | 0,0198 $/crédito |
| Apollo Organization | 119 $/utilizador/mês, mínimo 3 utilizadores | 72 000/utilizador/ano, adiantados | 0,0198 $/crédito |
| Enrow Pro | 67,50 €/mês, equipa inteira | 10 000/mês · 120 000/ano | 0,0068 €/crédito |
| Enrow Scale | 324 €/mês, equipa inteira | 50 000/mês · 600 000/ano | 0,0065 €/crédito |
Os preços dos planos do Apollo, o mínimo de três utilizadores no Organization e todos os lotes de créditos foram lidos em apollo.io/pricing a 29 de agosto de 2026. Ficam em dólares porque é a única moeda que o Apollo publica; a Enrow fica em euros, que é a moeda da nossa tabela. Não há aqui conversão nenhuma. As linhas anuais da Enrow são o preço de tabela mensal menos os cerca de 10% de desconto anual — 75 € e 360 € por mês antes disso — logo 67,50 € e 324 € são valores calculados, não preços impressos.
Subir de escalão não melhora o preço do crédito. Do Basic ao Organization mexe-o dois décimos de milésimo de dólar. As sequências ilimitadas já estão no Basic, portanto o que os escalões de cima acrescentam é o teste A/Z, envios diários sem limite contra os 250 do Basic, caixas Google e Microsoft ilimitadas, ciclos agênticos, e 50 ou 500 fluxos automatizados por equipa onde o Basic tem 5.
Não escrevo aqui um múltiplo exato. As duas colunas estão em moedas diferentes e uma divisão entre 0,0196 $ e 0,0068 € não é conta que se defenda. O que se pode afirmar sem escolher um câmbio: para qualquer taxa entre 1,00 e 1,30 dólares por euro, o crédito da Enrow sai duas a três vezes mais barato do que o do Apollo. E leia-se isso como custo por crédito, não como custo por contacto válido. O Apollo cobra a ficha revelada; a Enrow só cobra o resultado válido. Passar o número de email do Apollo a custo por válido exigiria uma taxa de descoberta que o Apollo não publica, e inventá-la só nos favorecia a troco de nada. Quando mais abaixo aparecer uma taxa de descoberta, foi medida por nós e a frase di-lo.
Nos telemóveis a conta corre ao contrário, e prefiro dizê-lo a escondê-lo.
| O que revela | Créditos Apollo | Custo Apollo, Basic anual (USD) | Créditos Enrow | Custo Enrow, Pro anual (EUR) |
|---|---|---|---|---|
| Email verificado | 1 crédito | 0,0196 $ | 1 crédito | 0,0068 € |
| Telemóvel pessoal ou número direto | 8 créditos | 0,157 $ | 40 créditos | 0,27 € |
| Número geral da empresa | 0 créditos | grátis | não é um produto | — |
| Reverificar um endereço que já tem | 1 a 9 créditos (enriquecimento) | 0,0196 $ a 0,176 $ | 0,25 crédito | 0,002 € |
| Marcador automático (EUA) | 2 créditos/minuto | 0,039 $/min | não é um produto | — |
Os 0,157 $ por telemóvel do Apollo são de facto mais baratos — a qualquer câmbio plausível, cerca de metade do que a Enrow leva pelo mesmo campo, com as duas em anual — e o Apollo junta-lhes um número de qualidade: «less than 1% invalid direct phone numbers», ao lado de 144 milhões de números diretos e telemóveis e 146 milhões de contactos internacionais. Nenhum dos dois cobra uma pesquisa que sai vazia, tirando o enriquecimento em cascata. Reverificar um endereço que já tem custa no Apollo entre 1 e 9 créditos de enriquecimento, de 0,0196 $ a 0,176 $; do nosso lado é um quarto de crédito, 0,002 €. O marcador automático é só dele: 2 créditos por minuto, 0,039 $. O que o Apollo não publica em parte nenhuma do site é a repartição dos telefones por região, e escreve preto no branco que «doesn't refund any credits for mobile numbers». Os telemóveis europeus da Enrow são recolhidos dentro do RGPD, com a documentação legal guardada. Como gastar bem quarenta créditos está no nosso guia dos números diretos.
E a partir daqui o preço unitário deixa de ser o número interessante.
Numa lista de 100 contactos do LinkedIn, a Enrow devolve telemóvel para 92. É a nossa medição, feita nos nossos ficheiros, e publicamo-la em vez de um benchmark de fornecedor porque qualquer leitor a pode desmontar numa tarde. Passámos uma lista de cem perfis do mesmo tipo pelo Apollo e saíram números para 25 a 30 — teste comparativo nosso, não uma taxa que o Apollo publique seja onde for, e que nunca deve ser lida como sendo dele.
Mais barato por número é uma coisa. Mais números é outra, e é a segunda que o comercial marca no telefone.
| Os mesmos 100 perfis do LinkedIn | Telemóveis encontrados | Custo por telemóvel | Custo desse lote | Perfis precisos para 92 números |
|---|---|---|---|---|
| Enrow, Pro a 75 €/mês | 92 em 100, medição nossa | 0,30 € cada | cerca de 28 € | 100 perfis |
| Apollo, Basic em anual | 25 a 30 em 100, teste nosso do Apollo e não um número do Apollo | 0,157 $ cada | cerca de 4,40 $, para uns 28 números | uns 335 perfis |
Os 92 são medição interna da Enrow, feita com perfis do LinkedIn à entrada. Os 25 a 30 são o nosso teste comparativo do Apollo, corrido da mesma maneira; o Apollo não publica taxa de descoberta de telemóvel em lado nenhum, portanto esse intervalo é nosso e nunca dele. O preço mensal do Apollo não aparece na página de preços, logo está aqui ao preço anual, o mais barato dos dois. A Enrow está ao preço de tabela mensal, o mais caro dos nossos. A balança pende para o lado do Apollo e deixei-a assim. As moedas são as que cada um publica: dólares de um lado, euros do outro, sem conversão.
Vinte e oito números por 4,40 $, ou noventa e dois por cerca de 28 €. Não é uma tarde mais barata. É outra tarde.
Para chegar às mesmas 92 pessoas pelo Apollo, teria de lhe dar uns 335 perfis em vez de 100, o que dá 14,44 $ ao todo — continua a ser menos do que os nossos 28 €. A conta aguenta-se até à pergunta seguinte: de onde saem os outros 235 perfis? De uma carteira de sessenta contas nomeadas? Da lista de inscritos numa conferência de março? Listas dessas não têm 335 pessoas lá dentro, e nenhum orçamento faz aparecer os 64 números que não saíram.
Onde os perfis são infindáveis, o Apollo ganha sem discussão. Filtros largos de cargo e geografia, um mercado que se trabalha bem a volume, nenhuma linha da lista que seja crítica: puxam-se mais perfis, paga-se menos por número. Esse movimento existe e muitas equipas fazem-no bem.
E convém manter as contas em proporção. Noventa e dois telemóveis são 27,60 € no Pro, que custa 75 € por mês de tabela e põe o número em 0,30 €, ou 0,27 € pagando ao ano. Com os dois lados em anual, esses 92 números ficam em 24,84 € aqui contra 14,44 $ ali, e a forma da coisa não muda. No Start um número sai a 0,60 €, no Scale a 0,29 €. São sempre quarenta créditos, sempre tirados do mesmo saldo de créditos de onde saem os emails, nunca de uma dotação de telefone à parte. Abaixo de algumas centenas de milhares de números por mês, a diferença não aparece no orçamento de ninguém, e nada impede uma equipa de pagar as duas faturas.
A linha mais discreta da conta é a dos créditos que transitam. A documentação do Apollo repete a mesma frase em três sítios diferentes: «Credits do not roll over into the following billing cycle or upon renewal.» Os créditos da Enrow transitam no Pro e no Scale. Um mês fraco custa-lhe o saldo de um lado e não lhe custa nada do outro.
Nada disto tem de aceitar da minha boca. Tire cem perfis do LinkedIn, dos que trabalharia a sério, e passe-os pelas duas ferramentas na mesma tarde. Cinquenta créditos gratuitos por mês, sem cartão, chegam para ver aquilo a andar. Vinte e cinco números custam 15 €. Depois é contar o que saiu de cada lado.
De onde vêm os dados, e quanto custa mantê-los atualizados
O Apollo assenta num índice armazenado, e é um índice grande: 240 milhões de contactos globais, 30 milhões de empresas, 128 milhões de emails profissionais e pessoais, 5,3 milhões de contactos novos por mês, uma rede de 2 milhões de contribuidores de dados, mais de 65 filtros. No mesmo dia, a ficha da loja dá números de cabeçalho diferentes — «210M contacts and 35M accounts» — e deixo essa contradição onde a encontrei.
O Apollo diz que os dados são «refreshed in real-time with accuracy guaranteed» e que a atualização acontece «when we capture a data signal like a new job, email, or direct phone number». Um bloco de estatísticas na mesma página fala de 150 milhões de contactos atualizados por mês, contra 240 milhões no total. Os dois números são dele e podem não estar a contar a mesma coisa: uma atualização disparada por sinal e um ciclo mensal de atualização são mecanismos diferentes. Lidos lado a lado, ainda assim, o número mensal cobre cerca de 62,5% do índice — conta minha sobre números do Apollo, não uma afirmação que o Apollo faça.
Essa conta reaparece mais à frente, agora como rubrica na fatura. O Apollo vende enriquecimento de mudanças de emprego para apanhar as linhas que envelheceram, e a documentação é franca: «Job change enrichment requires credits, regardless of whether you update existing contact records or create new contact records.»
Aqui o email finder do Apollo tem uma força a sério — e dois números diferentes para a descrever. A página de marketing fala de uma «7-step email verification… delivering a 98% email accuracy rate»; o centro de ajuda fala de «a built-in email verification process with a 91% accuracy rate». As duas estavam no ar no mesmo dia. O tratamento dos catch-all por trás disso é genuinamente inteligente, porque o Apollo sabe «whether an email sent out any traffic in the past thanks to millions of linked mailboxes in our network» — a razão por que isso importa está em o que é um email catch-all. O Apollo também devolve os créditos dos emails que fazem bounce, dentro de três limites que ele próprio publica: até 30 dias, só para mensagens «sent within Apollo», e nunca para telemóveis.
Dimensão do índice, redação sobre atualização, alegações de precisão e rede de contribuidores em apollo.io/product/b2b-data, consultado a 29 de agosto de 2026; os 91% no artigo de ajuda sobre verificação de emails, no mesmo dia.
O que o Apollo faz e a Enrow não faz
Uma base de dados pesquisável de 240 milhões de contactos, com mais de 65 filtros. Sequências ilimitadas a partir do Basic. Um marcador automático a 2 créditos por minuto, com presença local, marcação em série e marcação em paralelo vendidas como suplementos por equipa. Intenção de compra: 1 tema no gratuito, até 12 no Organization. Identificação de visitantes do site: 20 empresas por mês no gratuito, 100 nos planos pagos, e até 50 000 com o suplemento Website Visitor. E as tecnologias usadas pela empresa, na barra lateral.
A Enrow não tem nada disso e não o vai construir.
A primeira é a limitação honesta deste produto. Dentro da Enrow não há lista nenhuma. A pessoa vem do LinkedIn ou do Sales Navigator, e a pesquisa acontece sobre o perfil que tem à frente. É exatamente esse o trabalho que o índice do Apollo faz bem, e quem monta listas por filtro tem aí uma razão concreta para lhe pagar.
O envio, para nós, é trabalho de outra ferramenta. A Enrow integra nativamente com o lemlist, o Smartlead e o Instantly; a Emelia e a La Growth Machine ficam a uma chamada de API. A ferramenta de sequências do Apollo é a sério, e muitas equipas nunca precisam de um segundo remetente. Os dados de empresa, do nosso lado, param mais ou menos ao nível do LinkedIn.
A camada de baixo

O Apollo vende o número mais barato, mas saem 64 números a menos.
A Enrow não guarda índice nenhum. Ao carregar no botão, a pesquisa sai e traz resposta em dois a cinco segundos, e a regra de cobrança é a que está escrita na nossa página de produto: sem resultado válido, não se debita crédito; um crédito por endereço verificado. Um número direto custa 40 créditos tirados desse mesmo saldo. Não há uma segunda dotação de telefone ao lado da de email, e vale a pena dizê-lo com todas as letras, porque a maioria das ferramentas deste mercado separa as duas.
A verificação é a parte que defendo com mais força. Cada endereço passa por mais de 10 verificações, várias delas passagens SMTP disparadas de máquinas em países diferentes. Um domínio catch-all não fica por aqui com o rótulo de «arriscado» e um encolher de ombros: trabalha-se até dar resposta num sentido ou no outro. Nos meus próprios envios, o bounce fica abaixo de 1%. Média constatada, nos meus ficheiros, e não é coisa que eu escrevesse no seu contrato.
Na taxa de correspondência tenho de ser menos simpático comigo. Nesses mesmos ficheiros ronda os 60%, o que significa que quatro pessoas em cada dez saem vazias. Esses 60% são o número do email e partem de um nome e de uma empresa escritos a frio; os 92% de telemóvel lá atrás partem de um perfil do LinkedIn, uma entrada muito mais rica, e é daí que vem a distância entre os dois. Nesses casos a Enrow não entrega nada, de propósito, porque um endereço deduzido do formato da empresa é a maneira mais rápida de construir uma taxa de bounce.
O passo para o CRM é um clique. Vai tudo o que está na ficha: a pessoa, a caixa de email já verificada, o número direto, onde trabalha, o perfil onde a encontrou. HubSpot, Salesforce ou Pipedrive, aquele que tiver. E a escrita cria ou atualiza. Se o registo já existir, fica preenchido. Se ninguém tiver ainda entrado aquela pessoa, é criada. Qual dos dois casos está a desencadear não é coisa que precise de ir confirmar antes. O Apollo, esse, não documenta o que o seu próprio envio faz nesse instante — e é essa a diferença que aponto, não uma afirmação sobre o comportamento dele. O percurso completo está em do LinkedIn ao CRM.
Clicar perfil a perfil não é obrigatório. Dá para ir pondo pessoas em fila enquanto navega e soltar o lote de uma vez para o CRM, ou tirá-lo em CSV. E dá para saltar o browser por completo: carregar um ficheiro CSV, usar a API, ou passar pelo Make, Zapier e n8n. O Claude e o OpenAI são integrações nativas, através do servidor MCP que publicamos em github.com/EnrowAPI/enrow-mcp.
Quanto a preços: 1 000 créditos custam 15 € por mês no Start, 10 000 custam 75 € no Pro, 50 000 custam 360 € no Scale, e a tabela mensal acaba nos 200 000 créditos por 1 250 €. O Pro e o Scale tiram cerca de 10% a quem paga o ano. Não se cobra nada por utilizador. Seis comerciais no Pro partilham um único saldo de 10 000. O plano gratuito dá 50 créditos todos os meses, recorrente, sem cartão. Mais de 5 000 empresas usam a Enrow.
Usar as duas
Se o Apollo já é a sua base de dados e o seu remetente, fique com ele. Procure e sequencie lá, e depois ponha uma pesquisa em tempo real à frente dos endereços que contam de facto, porque uma linha guardada e uma linha verificada não são o mesmo objeto, por melhor que seja o índice. Para quem ainda está a escolher, as perguntas que vale a pena pôr a um fornecedor estão em como escolher um fornecedor de dados B2B.
Instalar a extensão leva um minuto. Saber se o clique que acabou de dar custou um crédito ou oito é o que mantém a fatura honesta.
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FAQ
O que faz a extensão Chrome do Apollo?
A extensão do Apollo sobrepõe dados de contacto e ações comerciais ao LinkedIn, ao Gmail, ao Google Calendar, ao HubSpot, ao Salesforce, ao Pipedrive, ao Salesloft e aos sites das empresas. Num contacto já guardado oferece sete ações: juntar a uma lista, meter numa sequência, redigir um email, registar atividade, ver colegas, enviar para o CRM e consultar informação adicional. Revela também emails e números de telefone verificados, a troco de créditos.
Quantos créditos gasta a extensão do Apollo por contacto?
O Apollo cobra 1 crédito por um email verificado e 8 créditos por um telemóvel pessoal, e não cobra nada pelo número geral da empresa. O enriquecimento de pessoas vai de 1 a 9 créditos e só é cobrado quando saem dados que consomem crédito, e o marcador automático nos EUA debita 2 créditos por minuto. Aos preços anuais do plano Basic, um email fica em 0,0196 $ e um telemóvel em 0,157 $, em dólares, que é a moeda em que o Apollo publica; do nosso lado, 0,27 € no plano Pro anual da Enrow ou 0,30 € ao mês. A qualquer câmbio plausível, o telemóvel é mais barato do lado do Apollo. A outra metade da conta é a cobertura: no nosso teste comparativo, o Apollo devolveu telemóvel em 25 a 30 perfis em cada cem, contra 92 da Enrow. O Apollo não publica taxa de descoberta de telemóvel, portanto os 25 a 30 são observação nossa e nunca um número dele.
Dá para usar o Apollo de graça?
Dá. O plano gratuito do Apollo dá 900 créditos por utilizador e por ano, libertados mês a mês, com 2 sequências por equipa, 1 tema de intenção de compra, 5 000 palavras de escrita com IA por mês e um Record Selection Limit de 25. O acesso aos telefones é cortado ao fim de um período inicial, e as contas gratuitas descem a um único utilizador após 100 dias de uso ativo.
Posso usar o Apollo com o LinkedIn?
Pode. A ficha da loja anuncia a capacidade de «Automate end-to-end Linkedin prospecting» e de «Save in bulk contact search results into lists». Num perfil individual aparecem os botões «Save contact or access email» e «Access email & phone»; numa lista de resultados do Sales Navigator dá para selecionar leads em lote e pedir a informação de contacto de todos ao mesmo tempo.
Porque é que o Apollo foi retirado do LinkedIn?
Não foi retirado. A ficha na Chrome Web Store foi atualizada a 28 de agosto de 2026, conta um milhão de utilizadores com uma média de 4,7 em 2,2 mil avaliações, e continua a anunciar prospeção no LinkedIn e gravação de listas em lote. Circulam no Reddit relatos de funcionalidades de automação que deixaram de funcionar, e o Apollo não publicou nenhuma declaração a confirmar seja o que for.
É legal usar o Apollo com o LinkedIn?
O Apollo põe essa decisão do lado do utilizador, perfil a perfil. O próprio centro de ajuda avisa: «Apollo doesn't remove EU-based or UK-based contacts from the Apollo Chrome Extension. Apollo strongly recommends that you use caution and double-check a prospect's location on LinkedIn before saving them. Make sure you stay GDPR compliant before enrolling them.»
A extensão do Apollo consegue enviar contactos para o HubSpot ou o Salesforce?
A documentação «Push to CRM» do Apollo cobre os dois CRM: «Click Push to HubSpot» ou «Click Push to Salesforce» para «sync the contact's information». O Salesloft e o Outreach estão na mesma tabela, mas recebem uma cadência ou uma sequência, e não um registo de CRM. O Pipedrive é uma plataforma suportada pela extensão e não consta dessa tabela, e o Apollo não publica lista de campos nenhuma.
Os créditos do Apollo transitam de mês para mês?
Não transitam. A documentação do Apollo repete a mesma frase em três sítios diferentes: os créditos não passam para o ciclo seguinte nem na renovação. Como cada utilizador pago recebe os seus 30 000, 48 000 ou 72 000 adiantados, a perda cai uma vez por ano em vez de todos os meses. Os pacotes de créditos adicionais são um custo recorrente, cobrado outra vez em cada ciclo. Os créditos da Enrow transitam no Pro e no Scale.
De onde vêm estes números
Todos os números do Apollo nesta página foram consultados numa propriedade do Apollo a 29 de agosto de 2026 e relidos no mesmo dia numa passagem de auditoria: a página de preços e a sua tabela comparativa de planos, as páginas de produto dos dados B2B e da extensão Chrome, as fichas de integração com o Salesforce e o HubSpot, o artigo sobre prospeção no LinkedIn, a documentação de preços da API, oito artigos do centro de ajuda e a ficha da Chrome Web Store. Os preços mensais do Apollo estão ausentes de propósito: a página de preços só os desenha depois de um clique que nenhum pedido automático aqui conseguiu dar. O anual foi o que consegui ler, e o anual foi o que citei. Os valores do Apollo ficam em dólares, os da Enrow em euros, cada um na moeda em que é publicado, sem conversão pelo meio.
Cinquenta créditos gratuitos, todos os meses
Verifique os endereços que o Apollo lhe dá, ou encontre os que ele não dá. Aceite os 50 créditos gratuitos → Todos os meses, sem cartão.

